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São Paulo

Derrite lamenta morte de policiais em operação no Rio: "Terroristas".

Secretário de Segurança Pública de São Paulo está em Brasília para discutir projeto que busca classificar criminosos como terroristas

28/10/2025 20:55
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Amanda Ramos/SSP
O titular da SSP de SP, Guilherme Derrite - Metrópoles

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (Progressistas), lamentou a morte de policiais durante a megaoperação contra o crime organizado no Rio de Janeiro, que aconteceu nesta terça-feira (28/10). Pelo menos 64 pessoas foram mortas – quatro eram policiais.

“Fica aqui consignado o meu respeito, meu luto a esses verdadeiros heróis que arriscam suas vidas no combate ao crime organizado e no combate a esses terroristas”, afirmou.

Derrite lamenta morte de policiais em operação no Rio: “Terroristas” - destaque galeria
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Megaoperação das polícias deixa vários policiais feridos e mortos. O Hospital Getúlio Vargas, na Penha, recebeu os feridos. Na foto: policial baleado chegando ao HGV
Megaoperação no Rio de Janeiro
Durante operação Contenção da polícia contra o Comando Vermelho, detidos são conduzidos para a Cidade da Polícia Civil
Durante operação polícia contra o Comando Vermelho, detidos são conduzidos para a Cidade da Polícia Civil
Policiais durante megaoperação no Rio de Janeiro
Megaoperação no Rio de Janeiro
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Megaoperação no Rio de Janeiro

Fabiano Rocha / Agência O Globo
Megaoperação das polícias deixa vários policiais feridos e mortos. O Hospital Getúlio Vargas, na Penha, recebeu os feridos. Na foto: policial baleado chegando ao HGV
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Megaoperação das polícias deixa vários policiais feridos e mortos. O Hospital Getúlio Vargas, na Penha, recebeu os feridos. Na foto: policial baleado chegando ao HGV

Gabriel de Paiva / Agência O Globo
Megaoperação no Rio de Janeiro
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Megaoperação no Rio de Janeiro

Fabiano Rocha / Agência O Globo
Durante operação Contenção da polícia contra o Comando Vermelho, detidos são conduzidos para a Cidade da Polícia Civil
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Durante operação Contenção da polícia contra o Comando Vermelho, detidos são conduzidos para a Cidade da Polícia Civil

Fernando Frazão/Agência Brasil
Durante operação polícia contra o Comando Vermelho, detidos são conduzidos para a Cidade da Polícia Civil
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Durante operação polícia contra o Comando Vermelho, detidos são conduzidos para a Cidade da Polícia Civil

Fernando Frazão/Agência Brasil
Policiais durante megaoperação no Rio de Janeiro
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Policiais durante megaoperação no Rio de Janeiro

Fernando Frazão/Agência Brasil
Durante operação Contenção da polícia contra o Comando Vermelho, inspetoras da Polícia Civil catalogam apreensão de drogas
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Durante operação Contenção da polícia contra o Comando Vermelho, inspetoras da Polícia Civil catalogam apreensão de drogas

Fernando Frazão/Agência Brasil
Durante operação polícia contra o Comando Vermelho, bandidos ordenam fechamento de comércio e usam lixeiras incendiadas para bloquear a via na rua Itapiru, no Catumbi
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Durante operação polícia contra o Comando Vermelho, bandidos ordenam fechamento de comércio e usam lixeiras incendiadas para bloquear a via na rua Itapiru, no Catumbi

Fernando Frazão/Agência Brasil
Megaoperação no Rio de Janeiro
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Megaoperação no Rio de Janeiro

Reprodução / Redes sociais
Megaopoeração contra o CV, no Rio de Janeiro
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Megaopoeração contra o CV, no Rio de Janeiro

Reprodução/Redes sociais

Assim como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), Derrite está em Brasília para discutir um projeto de lei que busca classificar o crime organizado como grupos terroristas.

“O território foi dominado há décadas por criminosos que sempre foram tratados pelo estado brasileiro e pela nossa legislação como coitadinhos. Inúmeros benefícios e privilégios ao longo do tempo fizeram com que nós chegássemos hoje em verdadeiros territórios paralelos, não só no Rio de Janeiro, mas em outros pontos do Brasil”, afirmou o secretário. “É por isso que esses criminosos têm que ser tratados como terroristas.”

Veja:

Criticas à PEC da Segurança Pública

Derrite também fez críticas à chamada PEC da Segurança Pública, proposta do governo Lula (PT) travada no Congresso desde abril deste ano. O projeto propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a ação coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

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O secretário classificou como “desonestidade intelectual” a afirmação de que a PEC vai resolver o problema dos territórios dominados. “A PEC não ataca em nada as organizações criminosas, só traz centralização de poder para o governo federal. O que o foverno federal tem que fazer é classificar criminosos como terroristas, coisa que eles tiveram a oportunidade de fazer e não fizeram. E não classificar os traficantes como vítimas.”


Megaoperação no Rio de Janeiro

  • Considerada a mais letal no Rio, a megaoperação foi deflagrada para cumprir 51 mandados de prisão contra traficantes que atuam no Complexo da Penha.
  • De acordo com o Ministério Público, por estar localizado próximo a vias expressas e ser ponto estratégico para o escoamento de drogas e armamentos, o complexo de favelas se tornou uma das principais bases do projeto expansionista da facção criminosa Comando Vermelho, especialmente em comunidades da região de Jacarepaguá.
  • Em retaliação, traficantes lançaram bombas com drones contra policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a tropa de elite da Polícia Civil do RJ.
  • Pelo menos 64 pessoas foram mortas, incluindo quatro policiais – dois civis e dois militares.