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Brasil

Planalto convoca reunião de emergência após megaoperação no RJ

Pelo menos 64 pessoas foram mortas durante a megaoperação contra o Comando Vermelho, deflagrada na manhã desta terça-feira (28/10)

28/10/2025 18:20, atualizado 28/10/2025 18:58
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RS/Fotos Públicas
Megaoperação no Rio de Janeiro

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, convocou reunião emergência no Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira (28/10), para tratar sobre a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, que já deixou pelo menos 64 mortos. O governador do estado, Cláudio Castro, cobrou o governo federal e afirmou que estaria atuando sozinho para contornar a crise.

O Metrópoles apurou que estão presentes na reunião, além de Rui Costa, o vice-presidente Geraldo Alckmin — que exerce a chefia do Planalto na ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — e os ministros da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, das Relações Intitucionais, Gleisi Hoffmann, e da Defesa, José Múcio.

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Representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Polícia Federal (PF) também comparecem.

Mais cedo, durante coletiva de imprensa, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que o governo federal auxilia o governo do Rio dentro das possibilidades disponíveis.

“As forças federais não são coadjuvantes das policiais militares nem das polícias civis. Nós auxiliamos o Rio de Janeiro no que podemos. Nenhum pedido do governador Cláudio Castro até agora foi negado”, disse.

Como mostrou o Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, Alckmin se reuniu com Rui Costa e Sidônio na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, para tratar sobre o caos na capital fluminense.

Alckmin está como presidente da República interino até a noite desta terça, quando o presidente Lula chegará a Brasília retornando de viagem a Malásia. O petista está voando desde o início da manhã, sem comunicação.

A operação desta terça já é considerada a mais letal do estado.