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Igor Gadelha

Gleisi nega embate com governador do Rio: "Precisamos unir forças"

À coluna, ministra Gleisi Hoffmann disse que governo não quer embate com governador do Rio e defendeu "unir forças para combater o crime"

28/10/2025 17:42, atualizado 28/10/2025 17:57
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou à coluna que o governo federal não pretende ir para o embate com Cláudio Castro (PL), após o governador do Rio de Janeiro dizer que a gestão Lula negou ajuda ao estado nas operações de segurança pública.

“Não (vamos para embate). Só esclarecer os fatos. Precisamos unir forças para combater o crime organizado”, afirmou a ministra à coluna nesta terça-feira (28/10).
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Ex-governador Cláudio Castro
Ex-ministra da SRI, Gleisi Hoffmann, Gleisi processa Flávio Bolsonaro por publicação de vídeo com IA
Cláudio Castro, governador do Rio
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Ex-ministra da SRI, Gleisi Hoffmann, Gleisi processa Flávio Bolsonaro por publicação de vídeo com IA
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Cláudio Castro, governador do Rio
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Cláudio Castro, governador do Rio

Philippe Lima/Governo do Rio de Janeiro

Gleisi ressaltou que foi com esse objetivo de unir forças que o governo enviou ao Congresso à PEC da Segurança. Segundo ela, a proposta visa “organizar e integrar as forças policiais desde o planejamento até a execução, fortalecendo o papel da Polícia Federal e da inteligência”.

Em entrevista coletiva pela manhã no Rio, Castro disse que o governo Lula teria negado ajuda para operações policiais no Rio e que o estado estaria “sozinho” na megaoperação contra o Comando Vermelho realizada nesta terça-feira nos complexos do Alemão e da Penha.

A ligação do governador para Gleisi

Após a repercussão, o governador ligou para Gleisi, à tarde, para esclarecer a declaração. “Ele disse que não criticou o governo e explicou que esclareceu que o governo federal não participou (da operação) porque ele não pediu ajuda”, relatou a ministra das Relações Institucionais à coluna.

A operação foi realizada pelas polícias Civil e Militar fluminense e já deixou mais de 60 mortos, o que a torna a mais letal da história. Entre as vítimas fatais, estão quatro policiais. Ao todo, 2,5 mil agentes de segurança saíram às ruas nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte.