Após megaoperação no RJ, Gleisi prega avanço da PEC da Segurança

Uma das apostas do governo Lula, a PEC da Segurança Pública foi enviada ao Congresso Nacional em abril deste ano, mas segue travada

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann
1 de 1 Ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), defendeu o avanço da PEC da Segurança Pública após a megaoperação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que deixou mais de 60 mortos — a mais letal da história do estado.

A ação gerou retaliação de criminosos, que fizeram barricadas, bloquearam vias, lançaram bombas com drones e abriram fogo contra agentes de segurança.

Segundo a ministra, os atos evidenciaram a necessidade de articulação entre as forças de segurança. “Os violentos episódios desta terça-feira no Rio, com dezenas de mortes, inclusive de policiais, bloqueio de rodovias e ameaças à população, ressaltam a urgência do debate e aprovação da PEC da Segurança Pública no Congresso Nacional”, escreveu Gleisi nas redes.

“Ficou mais uma vez evidente a necessidade de articulação entre forças de segurança no combate ao crime organizado. E o fortalecimento da Polícia Federal e outras forças federais no planejamento e na execução das ações conjuntas, não apenas fornecendo armas, equipamentos e tropas para operações decididas isoladamente por governos locais”, prosseguiu a ministra.

Ela também cobrou que as ações “sejam precedidas de operações de Inteligência”.

Uma das apostas do governo Lula, a PEC da Segurança Pública foi enviada ao Congresso Nacional em abril deste ano, mas segue travada. A proposta traz mudanças na legislação para constitucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e delimita a responsabilidade da União na área.

Críticas de Cláudio Castro

Nesta terça, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), fez críticas ao governo Lula ao acusar o Executivo de negar ajuda em operações da Polícia Civil no estado. Segundo o político, a gestão negou, por três vezes, o empréstimo de blindados para auxiliar nas ações. “Para emprestar o blindado, tinha que ter GLO, e o presidente (Lula) é contra a GLO”, disse o governador.

Após a repercussão das falas, Cláudio Castro ligou para a ministra Gleisi para esclarecer a situação, conforme apurou o Metrópoles, na coluna do Igor Gadelha. De acordo com fontes ouvidas pelo colunista, o governador ligou para esclarecer que não teve a intenção de criticar o governo federal com as declarações.

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