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Igor Gadelha

Após críticas, Lewandowski diz que governador do RJ "não fez contato"

Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou à coluna que governador do Rio não fez contato com ele sobre megaoperação na capital

28/10/2025 15:39, atualizado 28/10/2025 16:11
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O ministro Ricardo Lewandowski

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou à coluna que o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), não fez qualquer contato com ele sobre a megaoperação contra o Comando Vermelho deflagrada pela polícia fluminense nesta terça-feira (28/10).

“O governador não fez nenhum contato comigo”, afirmou Lewandowski à coluna por mensagem de texto diretamente do Ceará, onde cumpre agenda.
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Imagens da megaoperação no Rio de Janeiro
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski
Ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro
Megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha
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Megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha

Reprodução/Redes sociais
Imagens da megaoperação no Rio de Janeiro
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Imagens da megaoperação no Rio de Janeiro

Reprodução
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro
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Ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro

Vinicius Schmidt/Metrópoles

A declaração foi dada pelo ministro horas após Castro criticar o governo federal. Em entrevista coletiva pela manhã, o governador disse que a gestão Lula negou ajuda para operações policiais no Rio e que o estado estaria “sozinho” na ação desta terça nos complexos do Alemão e da Penha.

Castro acusa o governo federal de negar, por três vezes, o empréstimo de blindados para realização de operações no Rio. “Para emprestar o blindado, tinha que ter GLO, e o presidente (Lula) é contra a GLO. Cada dia uma razão para não estar colaborando”, reclamou o governador do Rio.

A operação já deixou mais de 60 mortos, entre eles, quatro policiais, o que a torna a mais letal da história. Ao todo, 2,5 mil agentes de segurança saíram às ruas nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte. Os criminosos contra-atacaram com barricadas, drones, bombas e tiros.

À coluna, Lewandowski ressaltou ainda que o ministério já emitiu uma nota oficial. Nela, a pasta ressalta que mantêm atuação no Rio desde outubro de 2023, por meio da Força Nacional de Segurança Pública. A operação segue vigente até o dia 16 de dezembro de 2025, podendo ser renovada.

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública tem atendido, prontamente, a todos os pedidos do Governo do Estado do Rio de Janeiro para o emprego da Força Nacional no Estado, em apoio aos órgãos de segurança pública federal e estadual. Desde 2023, foram 11 solicitações de renovação da FNSP no território fluminense. Todas acatadas”, diz a nota do ministério.