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Atirador que abriu fogo em jantar com Trump pode pegar prisão perpétua. Veja vídeos

Cole Tomas Allen passou por audiência e responderá por três crimes, incluindo o de tentativa de assassinato contra um chefe de Estado

Junio Silva27/04/2026 15:33, atualizado 27/04/2026 17:13
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Atirador que abriu fogo em jantar com Trump pode pegar prisão perpétua

Em audiência na tarde desta segunda-feira (27/4), Cole Tomas Allen, envolvido em um ataque a tiros durante jantar em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava presente, foi acusado de três crimes: transporte de arma de fogo, disparo de arma de fogo durante crime violento e tentativa de assassinar o presidente norte-americano.

Se for considerado culpado, o professor, de 31 anos, pode ser condenado à prisão perpétua devido à gravidade dos crimes.

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Homem detido foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, na Califórnia
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Cole Allen, homem da Califórnia acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca
Jantar com correspondentes da Casa Branca terminou com tiros
Donald Trump
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Homem detido foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, na Califórnia
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Homem detido foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, na Califórnia

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Cole Allen, homem da Califórnia acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca
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Cole Allen, homem da Califórnia acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca

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Jantar com correspondentes da Casa Branca terminou com tiros
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Jantar com correspondentes da Casa Branca terminou com tiros

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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington
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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington

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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington
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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington

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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington
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Agentes de segurança após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump ser retirado às pressas do jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca em Washington

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Cole tentou invadir o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado no hotel Hilton Washington, no sábado (25/4). Ele foi detido com uma espingarda, uma pistola e armas brancas.

Imagens de câmeras de segurança mostram que o professor furou um bloqueio montado pelo Serviço Secreto dos EUA e realizou disparos com uma arma de fogo no lado de fora do salão do hotel Hilton Washington.

Além de Trump, membros do alto escalão do governo norte-americano estavam presentes no local. Eles foram evacuados do jantar. Confira o momento:

Logo após os disparos, o presidente dos EUA e outras autoridades foram retirados do jantar. Cole foi imobilizado e detido. Um agente ficou ferido.

Durante a audiência, o suspeito não se declarou culpado ou inocente. A Justiça dos EUA deve decidir ser o homem continuará preso, ou não, na próxima quinta-feira (30/4).

Atirador deixou carta

Cole Tomas Allen enviou a familiares um e-mail com um manifesto contra o governo, pouco antes de invadir o jantar do qual Trump participava.

Em tom de desabafo em relação à gestão de Donald Trump, o professor disse que um sentimento de raiva tomava conta dele momentos antes do tiroteio.

“Ah, e se alguém estiver curioso para saber como é fazer algo assim: é horrível. Dá vontade de vomitar; dá vontade de chorar por todas as coisas que eu queria fazer e nunca vou fazer, por todas as pessoas cuja confiança isso traiu; sinto raiva só de pensar em tudo o que este governo fez”, disse Allen.

No texto, Allen detalhou que seus alvos eram autoridades do alto escalão, mas que não hesitaria em atirar em seguranças ou funcionários do hotel, caso fosse necessário.

“Não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor lave minhas mãos com seus crimes (…). Eu ainda estaria disposto a passar por quase todos aqui para chegar aos alvos, se fosse absolutamente necessário”, escreveu Allen.

O professor expõe no manifesto os diversos erros de segurança no Washington Hilton. Ele detalha que conseguiu passar pela recepção com várias armas, sem ninguém perceber.

“A segurança no evento está toda do lado de fora, focada em manifestantes e pessoas que chegam no momento, porque aparentemente ninguém pensou no que acontece se alguém fizer o check-in um dia antes. Tipo, esse nível de incompetência é insano, e eu sinceramente espero que isso seja corrigido até que este país tenha novamente uma liderança competente.”