EUA ataca embarcação no Pacífico e duas pessoas morrem
Operação militar teve como alvo embarcação suspeita de estar ligada ao narcotráfico no Pacífico
atualizado
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Uma operação militar dos Estados Unidos no Oceano Pacífico terminou com duas pessoas mortas, divulgou o Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos (USSOUTHCOM) nesta segunda-feira (9/2). Confira o vídeo:
On Feb. 9, at the direction of #SOUTHCOM commander Gen. Francis L. Donovan, Joint Task Force Southern Spear conducted a lethal kinetic strike on a vessel operated by Designated Terrorist Organizations. Intelligence confirmed the vessel was transiting along known narco-trafficking… pic.twitter.com/fa5vppjcCy
— U.S. Southern Command (@Southcom) February 10, 2026
O ataque teve como alvo uma embarcação ligada ao narcotráfico, afirmou a instituição.
De acordo com comunicado oficial, o ataque foi feito por ordem do comandante do USSOUTHCOM, general Francis L. Donovan, no âmbito da operação Southern Spear. A ofensiva foi conduzida pela Força-Tarefa Conjunta Southern Spear e classificada como um “ataque cinético letal”.
Informações da inteligência norte-americana apontaram que a embarcação era operada por Organizações Terroristas Designadas e navegava por rotas conhecidas de narcotráfico no Pacífico Oriental.
Ainda segundo o comando militar, o barco estava diretamente envolvido em operações de tráfico de drogas no momento da ação.
No ataque, dois tripulantes descritos pelos EUA como “narcoterroristas” morreram. Um terceiro ocupante sobreviveu. Apesar disso, o governo norte-americano não informou se o homem foi detido.
O texto não detalha a nacionalidade dos envolvidos, o tipo de embarcação atingida nem o ponto exato do ataque no Pacífico.
A ofensiva faz parte da Operação Southern Spear, iniciativa que tem como objetivo combater o narcotráfico e organizações consideradas terroristas pelos EUA em rotas marítimas estratégicas da região.
A atuação militar em águas do Caribe e do Pacífico tem sido alvo de críticas de países latino-americanos, que questionam a soberania regional e a falta de transparência sobre os impactos dessas operações.
