EUA bombardeia novo barco no Oceano Pacífico e deixa 2 mortos
Operação militar matou dois suspeitos em rota do narcotráfico. Segundo os EUA, alvo estava em plena atividade criminosa no momento da ação
atualizado
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As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram, nesta quinta-feira (5/2), um novo ataque contra uma embarcação em águas internacionais do Oceano Pacífico. Duas pessoas morreram durante a ação militar, segundo informações do Comando Sul (SOUTHCOM), responsável por operações militares na América Latina e no Caribe
Em comunicado oficial, o Comando Sul informou que o ataque foi autorizado pelo comandante general Francis L. Donovan e executado pela Força-Tarefa Conjunta Southern Spear.
A operação envolveu um “ataque cinético letal” contra uma embarcação que, de acordo com informações de inteligência, era operada por Organizações Terroristas Designadas e atuava diretamente em esquemas de narcotráfico.
Veja vídeo:
On Feb. 5, at the direction of #SOUTHCOM Commander Gen. Francis L. Donovan, Joint Task Force Southern Spear conducted a lethal kinetic strike on a vessel operated by Designated Terrorist Organizations. Intelligence confirmed the vessel was transiting along known narco-trafficking… pic.twitter.com/B3ctyN1lke
— U.S. Southern Command (@Southcom) February 6, 2026
Detalhes sobre a nacionalidade dos mortos, o tipo de embarcação atingida ou o país costeiro mais próximo da ação não foram divulgados.
Ainda conforme os EUA, a embarcação navegava por rotas conhecidas do tráfico internacional de drogas no Pacífico Oriental, região que também integra a área de responsabilidade do SOUTHCOM. A inteligência militar indicou que o barco estava em plena atividade criminosa no momento do ataque.
A ofensiva faz parte da Operação Southern Spear, iniciativa que tem como objetivo combater o narcotráfico e organizações consideradas terroristas pelos EUA em rotas marítimas estratégicas da região.
A atuação militar em águas do Caribe e do Pacífico tem sido alvo de críticas de países latino-americanos, que questionam a soberania regional e a falta de transparência sobre os impactos dessas operações.
