Diário de guerra: ONU pressiona Rússia, que mira regiões separatistas

O Metrópoles reúne principais notícias do conflito: país é acusado de cometer crimes de guerra e de expor ucranianos a risco nuclear

atualizado 30/03/2022 20:38

Pessoa sendo retirada de dentro de áreas residenciais que foram atacadas por russos - MetrópolesReprodução/ Serviço de Emergência da Ucrânia/Facebook

A Organização das Nações Unidas (ONU) mostrou preocupação com o desenrolar da guerra na Ucrânia. A entidade fez alertas sobre o risco de explosões nucleares no país, além de acusar a Rússia de usar bombas de fragmentação.

Na quarta-feira (30/3), o  juiz norueguês Erik Mose foi nomeado para investigar supostos crimes de guerra na Ucrânia.

Em comunicado, a ONU declarou que “todas as supostas violações e abusos de direitos humanos e violações da lei humanitária internacional, além de crimes relacionados, no contexto da agressão contra a Ucrânia pela Federação Russa” serão apurados.

A ameaça de um desastre nuclear voltou a assombrar o mundo. O governo da Ucrânia emitiu um alerta para o risco de explosão na usina de Chernobyl. Tropas russas controlam a central e estariam circulando na região com veículos de artilharia pesados.

A vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, pediu ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) uma missão especial para desmilitarizar a área.

Os presidentes Joe Biden, dos Estados Unidos, e Volodymyr Zelensky, da Ucrânia, se falaram por telefone na quarta. Logo após a conversa, Biden anunciou uma doação US$ 500 milhões em ajuda orçamentária direta. Isso significa que o presidente ucraniano poderá usar o dinheiro como achar melhor.

Veja, a seguir, os principais fatos do dia selecionados pelo Metrópoles:

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