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Corpo de Juliana Marins chegará ao Rio de Janeiro nesta quarta (2/7)

Antes de chegar ao Rio de Janeiro, corpo da brasileira que morreu após queda em vulcão na Indonésia passará por Dubai, nos Emirados Árabes

30/06/2025 13:30, atualizado 30/06/2025 13:53
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Corpo de Juliana Marins chegará ao Rio de Janeiro nesta quarta (2/7) - Metrópoles

O corpo de Juliana Marins, que morreu durante uma trilha na Indonésia, será transportado para Dubai nesta terça-feira (1/7) e, no dia seguinte, será enviado ao Rio de Janeiro.

A companhia aérea Emirates confirmou a informação no início da tarde desta segunda-feira (30/6). A empresa informou que, devido a restrições operacionais, ainda não foi possível traduzir o documento.

“A companhia aérea priorizou a coordenação com as autoridades relevantes e outras partes envolvidas na Indonésia para facilitar o transporte; no entanto, restrições operacionais tornaram inviáveis os preparativos anteriores”, explicou a Emirates.

“A família foi informada sobre a confirmação das providências logísticas. A Emirates estende suas mais profundas condolências à família durante este momento difícil”, completou.

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No domingo (29/6), a família da vítima afirmou que enfrentava dificuldades no processo de repatriação do corpo da fotógrafa. A irmã da vítima, Mariana Marins, usou as redes sociais para cobrar a companhia aérea Emirates pelo atraso no traslado.

Em resposta, a empresa informou, nesta segunda-feira (30/6), que as disposições logísticas para o transporte do corpo foram confirmadas e comunicadas à família. A empresa também prestou condolências aos parentes da brasileira.

Após comunicado, Mariana voltou a se manifestar e relatou que o voo fará Juliana permanecer “por 27 horas em uma conexão na cidade de Bali”.

Família pede nova autópsia no Brasil

Ainda nesta segunda, a família acionou a Defensoria Pública da União (DPU) para solicitar à Justiça Federal a autorização de uma nova autópsia, a ser feita após a chegada do corpo ao Brasil.

A primeira necropsia, feita no Hospital Bali Mandara, em Denpasar, concluiu que Juliana morreu por trauma, com fraturas, lesões em órgãos internos e hemorragia intensa.

Segundo a médica legista Ida Bagus Alit, responsável pelo procedimento, a morte ocorreu cerca de 20 minutos após o trauma. No entanto, ainda não está claro qual das quedas foi a causa definitiva da morte.