Assista ao vídeo em que suspeito de assassinar servidor na porta de escola no Guará II confessa crime
Filype Espíndola, preso na manhã desta quarta (17/2), conta detalhes do que ocorreu no dia em que Eli Chagas foi morto. Arma usada no latrocínio foi encontrada em Valparaíso (GO)

Filype Espíndola, preso na manhã desta quarta-feira (17/2), acusado de matar o servidor Eli Roberto Chagas, 51 anos, na porta de uma escola no Guará II enquanto esperava os filhos, passou 10 meses preso por roubo e disse que atirou porque a vítima se escondeu logo após entregar a chave do carro e teria reagido. “Pensei que ele estava armado”, contou em vídeo gravado por policiais.
No vídeo, ele contou também que chegou a pé no local do crime e que jogou a arma utilizada no crime num lago da Cidade Ocidental. Ao ser questionado pelo policiais, garantiu que o servidor do Senado era o primeiro que ele havia “derrubado”.Além de Filype, foram presos o irmão dele, Milton Espíndola, e Márcio Marçal, acusado de ser o chefe do trio. Eles eram especializados em roubar carros e depois enviá-los para desmanche.
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Eli foi morto no dia 2 de fevereiro, enquanto esperava os filhos na porta do Colégio Rogacionista, na QE 38 do Guará II. Ele estava num Corolla que havia acabado de retirar da concessionária. Embora tenha dado a chave do carro para o criminoso que o abordou, o servidor do Senado acabou morto.
Arma do crime
No início da tarde desta quarta (17), policiais civis da 4ª Delegacia de Polícia encontraram a arma de fogo usada no latrocínio. O revólver calibre .38 estava enterrado no Jardim Parque Marajó, em Valparaíso (GO), local em que os criminosos foram presos.



