Morte de empresária em acidente na BR-020 comove lojistas no DF

Valdivina Ferrreira foi vítima do acidente na BR-020. Lojistas em Sobradinho, onde a empresária tinha três lojas, prestaram homenagens

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1 de 1 whatsapp-image-2026-04-22-at-180125-2 - Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles (@kebecfotografo)

Lojistas da Quadra 8 de Sobradinho (DF) lamentam a morte da empresária Valdivina Lourenço Ferreira, 60 anos, vítima de um grave acidente na BR-020, na terça-feira (21/4), que deixou oito mortos. Conhecida no comércio local, ela mantinha três lojas na região, ao lado da família, que atua há décadas no ramo de vendas.

A morte de Valdivina gerou comoção entre vizinhos de comércio, que conviveram com ela e os familiares ao longo de anos. Em unanimidade, os comerciantes destacam o perfil discreto, a dedicação ao trabalho e a relação construída no dia a dia. Tecidos pretos foram fixados nas portas de cada loja de propriedade da família em sinal de luto.

Morte de empresária em acidente na BR-020 comove lojistas no DF - destaque galeria
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Tecidos na cor preta marcavam o luto no portão de cada comércio
Segundo um dos entrevistados, a loja inicial foi a de calçados. Posteriormente, outros dois imóveis passaram a pertencer à família
Lojistas prestaram homenagens à vítima do acidente e apoio aos familiares
O comércio da família de Valdivina e dos comerciantes que compartilharam vivências com a família estão sotiados na mesma rua
A família iniciou o comércio na área com apenas uma loja, e hoje chegam a três comércios
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A família iniciou o comércio na área com apenas uma loja, e hoje chegam a três comércios

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Tecidos na cor preta marcavam o luto no portão de cada comércio
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Tecidos na cor preta marcavam o luto no portão de cada comércio

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Segundo um dos entrevistados, a loja inicial foi a de calçados. Posteriormente, outros dois imóveis passaram a pertencer à família
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Segundo um dos entrevistados, a loja inicial foi a de calçados. Posteriormente, outros dois imóveis passaram a pertencer à família

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Lojistas prestaram homenagens à vítima do acidente e apoio aos familiares
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Lojistas prestaram homenagens à vítima do acidente e apoio aos familiares

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O comércio da família de Valdivina e dos comerciantes que compartilharam vivências com a família estão sotiados na mesma rua
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O comércio da família de Valdivina e dos comerciantes que compartilharam vivências com a família estão sotiados na mesma rua

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Homenagens

Proprietário de uma loja de ferragens há 34 anos na mesma rua, Luiz Antônio Soares, 60, conhecido como “Maninho”, saiu de Sobradinho durante a madrugada para acompanhar o velório em Hidrolândia (GO), dirigindo mais de 700 quilômetros entre ida e volta.

“A gente não mede esforço em um momento desse. É dar apoio para a família”, afirmou. Para ele, a convivência no comércio criou laços que vão além do trabalho: “Passamos por tudo aqui, dificuldades, conquistas. É uma vida inteira”.

Maninho também destacou a união da família. “Não é porque faleceu, não. São pessoas boas mesmo, uma família muito unida”, disse.

Também comerciante antigo da região, Luiz Santana, 69, contou que conhece a família desde antes da consolidação das lojas na quadra. Segundo ele, o pai de Valdivina tinha relação próxima com moradores da cidade.

“As meninas cresceram aqui. Quando elas nasceram, eu já tinha loja”, afirmou. Para ele, a trajetória da família no comércio foi construída ao longo dos anos e mantida pelas filhas.

Núbia Castro, 56, mantém uma ótica na mesma rua. Ela relembra o início das atividades da família. “Começaram com uma loja pequena. Foram batalhando e cresceram”, disse. Segundo ela, o perfil sempre foi o mesmo: “Discretos, sem extravagância, e sempre corretos. Era uma família que você sabia que podia contar”.

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Luis Santana relata proximidade com a família
Luiz e família de Valdivina compartilharam mais de 30 anos de comércio na mesma região
Luiz Antônio, conhecido como "Maninho", viahou 700 km para prestar as últimas homenagens à Valdivina
As comerciantes dividiam lojas na mesma rua
Núbia Castro relatou conhecer Valdivina e família há anos
Luis Santana relatou acomanhar a trajetória da família há decadas
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Luis Santana relata proximidade com a família
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Luis Santana relata proximidade com a família

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Luiz e família de Valdivina compartilharam mais de 30 anos de comércio na mesma região
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Luiz e família de Valdivina compartilharam mais de 30 anos de comércio na mesma região

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Luiz Antônio, conhecido como "Maninho", viahou 700 km para prestar as últimas homenagens à Valdivina
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Luiz Antônio, conhecido como "Maninho", viahou 700 km para prestar as últimas homenagens à Valdivina

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As comerciantes dividiam lojas na mesma rua
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As comerciantes dividiam lojas na mesma rua

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Núbia Castro relatou conhecer Valdivina e família há anos
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Núbia Castro relatou conhecer Valdivina e família há anos

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Segundo os comerciantes e frequentadores do local, a família tinha uma vida reservada em uma fazenda próxima do DF, enquanto as filhas de Valdivina andam à frente dos comércios.

Sobre o acidente

Valdivina estava em uma Fiat Toro com outras três pessoas no momento do acidente. O veículo se envolveu em uma colisão com uma van e um caminhão na BR-020, o que provocou o capotamento do carro.

Ela morreu ainda no local. Os demais ocupantes foram socorridos e levados para unidades de saúde em Formosa (GO).

O acidente também deixou outras sete mortos, incluindo dois motoristas e cinco integrantes de uma mesma família que estavam na van, que havia saído da Bahia com destino a São Paulo.

Últimas homenagens

O sepultamento de Valdivina ocorreu no Cemitério Parque das Jabuticabeiras, nesta quarta-feira (22/4), em Hidrolândia (GO), onde a vítima tinha familiares.

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