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Distrito Federal

Brasiliense desaparecido faz contato com família e diz estar bem

Jovem de 26 anos viajou de bicicleta para a Bahia. Ele foi reconhecido por turista que viu uma reportagem na TV sobre o sumiço do rapaz

07/10/2019 18:51, atualizado 07/10/2019 19:29
Imagem cedida ao Metrópoles
Brasiliense desaparecido faz contato com família e diz estar bem

O estudante brasiliense Yann Gustavo Martins Caribé Maia, de 26 anos, que estava desaparecido desde o dia 15 de setembro, foi localizado pela família nesta segunda-feira (07/10/2019). Ele estava na Chapada Diamantina, na Bahia, e acabou reconhecido por um turista que assistiu à reportagem sobre o sumiço do rapaz em um telejornal local. Ao saber da preocupação da família, Yann procurou um local onde pudesse acessar a internet, encaminhou uma foto e conversou com a mãe, Márcia Martins.

Segundo a tia do jovem, Rosani Maia, o sobrinho abandonou o curso de filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e partiu para uma viagem de autoconhecimento sobre duas rodas pelo Brasil. “Ele foi sem dinheiro, deve ter conseguido comida e abrigo fazendo amigos, cantando e tocando violão”, conta Rosani.

Antes de parar de dar notícias à família, Yann se preparava para sair de Brumado, na Bahia, rumo ao Vale do Capão, na Chapada Diamantina. O estudante estava de bicicleta e estimava percorrer 50 km por dia.

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Viagens

Yann saiu de Brasília em 2018 porque passou no vestibular de filosofia da UFRJ. Ele começou a fazer o curso, mas desistiu para viajar com uma namorada colombiana, que fazia mestrado na mesma instituição.

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Depois, o rapaz seguiu para Minas Gerais, onde fez serviços voluntários e trabalhou de brigadista. O relacionamento com a estrangeira não deu certo, e ele continuou a atividade com amigos. Parou em Vitória da Conquista e decidiu viajar sozinho para Brumado.

“Ele é de uma família de artistas, de músicos, estava sobrevivendo tocando na rua. Pouco antes de desaparecer, afirmou ter apanhado da polícia na Bahia enquanto tocava. Disse que o maxilar e as mãos doíam muito”, contou a mãe de Yann, que é artífice.