Advogada do DF que morreu em safári é sepultada após 23 dias de espera
Família se despediu de Meire Amorim no último domingo (21/6) em Presidente Olegário (MG), cidade natal da moradora do DF

Após uma longa espera, a família da advogada Meire Aparecida de Amorim, que morreu em um safári na Namíbia, na África, se despediu da moradora do Distrito Federal no último domingo (21/6). O sepultamento ocorreu em Presidente Olegário, em Minas Gerais, cidade natal da mulher, no Cemitério Municipal Terra Santa.
Foram 23 dias aguardando a chegada do corpo no Brasil devido a uma série de burocracias desde a morte de Meire em um acidente envolvendo um carro de turismo em um safári da Chameleon Safaris Namibia, empresa especializada em organizar passeios e excursões na Namíbia, em 29 de maio.
A primeira foi a demora para a conclusão da perícia e dos trâmites legais no necrotério da Walvis Bay Police Station, na cidade de Walvis Bay. Depois, o atraso no apostilamento da documentação da vítima, que é a validação oficial de documentos emitidos no exterior.
Nascida no município de Presidente Olegário (MG), Meire Aparecida de Amorim se mudou anos atrás para Brasília devido a profissão. Ela vivia na capital federal, mas sonhava em se aposentar e voltar para a cidade mineira. Ela atuava na GEATR-DF, da Caixa Econômica Federal.
Descrita como amável e feliz, Meire deixou três filhos Arthur, 21; Sávio, 19; e Moara, 17, além de dois irmãos Gilberto e Beatriz e a mãe.

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