
Sexo na Copa pode ajudar no desempenho dos jogadores, afirma médico
Embora seja comum ouvir que o sexo atrapalha a performance dos jogadores, médico esportivo afirma que, com moderação, o prazer é benéfico

Muitos jogadores de futebol detêm a fama de levarem a vida fora dos campos regada a eventos, sexo e álcool. Durante torneios importantes, como a Copa do Mundo, muita gente se pergunta se, por trás dos bastidores, eles seguem em clima de prazer e curtição. A resposta, no entanto, é que o sexo não é verdadeiramente um vilão no desempenho dos craques, como o senso comum acredita.
Entenda o assunto
Para desvendar o tema, o Metrópoles conversou com o médico esportivo Glauber Novais.
Segundo ele, a ideia de que o sexo necessariamente atrapalha o desempenho dos jogadores é um mito antigo do esporte. “A relação sexual, por si só, não costuma reduzir força, potência ou performance física do atleta.”
O especialista, por outro lado, destaca que a atividade pode, inclusive, ajudar no relaxamento, no controle da ansiedade e na qualidade do sono. Mas, claro, tudo que é bom pode ficar ruim se for mal administrado.

“O que realmente pode prejudicar o rendimento não é o sexo em si, e sim exageros, noites mal dormidas, desgaste emocional, consumo de álcool ou quebra da rotina de recuperação do atleta”, explica.
Cada caso é um caso
Por último, Glauber reforça que a medicina esportiva trabalha de forma individualizada. Ou seja, nem tudo que atrapalha um atleta, necessariamente impacta o outro. “De forma geral, não existe evidência forte mostrando que a atividade sexual equilibrada prejudique a performance dentro de campo”, conclui.

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