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“Devoradora do Cerrado” atrai fila de machos em matagal da putaria no DF. Veja vídeo

Entre o silêncio do matagal e o brilho dos faróis, a coluna Na Mira acompanhou o ritual da Devoradora de homens, um fenômeno do sexo grátis

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mulher fazendo sexo com homens em matagal
1 de 1 mulher fazendo sexo com homens em matagal - Foto: Metrópoles

O asfalto, em excelente condição, que pavimenta as ruas desertas do Polo JK, em Santa Maria, não serve apenas ao tráfego de caminhões pesados e ao silêncio industrial. Quando o sol começa a se despedir, tingindo o céu de um laranja vibrante, a paisagem se transforma.

O matagal que circunda a região, denso e impenetrável aos olhos desatentos, torna-se o cenário de um teatro carnal onde as regras impostas pela educação e bons costumes não alcançam. Ali, surge uma figura que já habita o imaginário proibido dos frequentadores: a Devoradora do Cerrado.

Ela não fala o nome. Não troca sexo por dinheiro. Não faz promessas. A morena de cabelos curtos e platinados, como é sussurrado em meio a relva, é uma força da natureza que se alimenta de um único combustível: o desejo desenfreado por homens desconhecidos.

Saga de histórias

Em mais um capítulo da saga produzida pela coluna Na Mira, que escancara há anos os points da sacanagem ao ar livre na capital da República, a equipe de reportagem detalha a rotina quente da Devoradora, que impressiona pelo vigor sexual, sempre amplificado por uma fome que parece não ter fim.

Apesar do bacanal que rola solto no local, é importante lembrar que fazer sexo em via pública é considerado crime de ato obsceno no Brasil, conforme o artigo 233 do Código Penal. A conduta que ocorre em local público, aberto ou exposto ao público, tem pena de detenção de três meses a um ano, ou multa.

Veja imagens da Devoradora em ação:

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Apesar do bacanal que rola solto no local, é importante lembrar que fazer sexo em via pública é considerado crime de ato obsceno no Brasil
Quando a reportagem se aproximou, a cena era dantesca e hipnotizante. Pelo menos quatro homens se refestelavam ao redor da mulher
Quando a equipe do Metrópoles chegou ao local, ela vestia uma saia e uma blusa que, propositalmente, teimava em escorregar
Mesmo quando o terceiro ou quarto homem já se retirava, extenuado e trêmulo. A Devoradora permanecia plena
Não há postes de iluminação no Polo JK. A única luz vinha das lanternas dos carros, que criavam um jogo de luz e sombra, contornando a silhueta da morena
A morena de cabelos curtos e platinados, como é sussurrado em meio a relva, é uma força da natureza que se alimenta de um único combustível: o desejo desenfreado por homens desconhecidos
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A morena de cabelos curtos e platinados, como é sussurrado em meio a relva, é uma força da natureza que se alimenta de um único combustível: o desejo desenfreado por homens desconhecidos

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Apesar do bacanal que rola solto no local, é importante lembrar que fazer sexo em via pública é considerado crime de ato obsceno no Brasil
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Apesar do bacanal que rola solto no local, é importante lembrar que fazer sexo em via pública é considerado crime de ato obsceno no Brasil

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Quando a reportagem se aproximou, a cena era dantesca e hipnotizante. Pelo menos quatro homens se refestelavam ao redor da mulher
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Quando a reportagem se aproximou, a cena era dantesca e hipnotizante. Pelo menos quatro homens se refestelavam ao redor da mulher

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Quando a equipe do Metrópoles chegou ao local, ela vestia uma saia e uma blusa que, propositalmente, teimava em escorregar
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Quando a equipe do Metrópoles chegou ao local, ela vestia uma saia e uma blusa que, propositalmente, teimava em escorregar

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Mesmo quando o terceiro ou quarto homem já se retirava, extenuado e trêmulo. A Devoradora permanecia plena
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Mesmo quando o terceiro ou quarto homem já se retirava, extenuado e trêmulo. A Devoradora permanecia plena

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Não há postes de iluminação no Polo JK. A única luz vinha das lanternas dos carros, que criavam um jogo de luz e sombra, contornando a silhueta da morena
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Não há postes de iluminação no Polo JK. A única luz vinha das lanternas dos carros, que criavam um jogo de luz e sombra, contornando a silhueta da morena

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Não havia negociação financeira. O que move a Devoradora é um mistério
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Não havia negociação financeira. O que move a Devoradora é um mistério

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A Devoradora desaparece na noite brasiliense da mesma forma que chegou: anônima, absoluta e, sem dúvida, já planejando seu próximo banquete
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A Devoradora desaparece na noite brasiliense da mesma forma que chegou: anônima, absoluta e, sem dúvida, já planejando seu próximo banquete

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Perfume que inebria

A equipe da coluna infiltrou-se nas sombras do Polo JK para testemunhar o fenômeno. Não demorou. Assim que o veículo discreto da mulher estaciona, e as luzes de freio acendem, o ar parece mudar de densidade.

O perfume dela, uma mistura de fragrância doce com o cheiro metálico da noite, espalha-se como um rastro de pólvora.

Em questão de minutos, o que era uma área deserta torna-se um formigueiro humano. Homens surgem da escuridão, atraídos como insetos pela luz de uma lanterna. Eles são o açúcar; ela, a rainha insaciável.

Guardião da Devoradora

De pele cor de jambo, sorriso fácil e roupas simples, a Devoradora não escolhe apenas um. Ela quer todos, mas sob as suas condições. É um banquete onde os convidados são devorados um a um, sem cerimônia ou etiqueta.

A dinâmica é coreografada. No banco do motorista, uma figura silenciosa e atenta observava tudo: o guardião. Ele era o zelador do santuário profano.

O homem que aparece nas imagens vestindo blusa azul tinha a função clara: garantir que o desejo não virasse caos ou violência. Era ele quem controlava o uso de preservativos,  item aparentemente inegociável. Além de entrar na dança, o guardião também ditava o ritmo do revezamento.

Ali, quem “trucava” era ela. A autoridade da mulher era absoluta, mesmo enquanto seu corpo esguio, de seios pequenos e firmes, se contorcia sob o toque de mãos desconhecidas.

Sexo, suor e silêncio

Quando a reportagem se aproximou, a cena era dantesca e hipnotizante. Pelo menos quatro homens se refestelavam ao redor da mulher. O sexo oral, descrito pelos presentes como “insano e faminto”, era o prelúdio para o que acontecia logo ali, apoiado nos porta-malas dos veículos ou sobre o capô quente dos motores.

Quando a equipe do Metrópoles chegou ao local, a Devoradora vestia uma saia e uma blusa que, propositalmente, teimava em escorregar. Por baixo, uma calcinha “matadora”, de tiras fininhas, que mal escondia o que todos ali buscavam.

Entre um espasmo e outro, ela sorria. Mordia os lábios. Olhava nos olhos de suas presas com um ar de quem estava apenas começando, mesmo quando o terceiro ou quarto homem já se retirava, extenuado e trêmulo. A Devoradora permanecia plena, diva, enquanto os homens saiam “nocauteados”.

O breu que consome

Não há postes de iluminação no Polo JK. A única luz vinha das lanternas dos carros, que criavam um jogo de luz e sombra, contornando a silhueta da morena contra o matagal ainda verde por conta das chuvas de março.

Não havia negociação financeira. O que move a Devoradora é um mistério. Quando o último homem sai, satisfeito e vazio de energias, ela simplesmente se recolhe. O carro parte. O perfume se dissipa.

A Devoradora do Cerrado desaparece na noite brasiliense da mesma forma que chegou: anônima, absoluta e, sem dúvida, já planejando seu próximo banquete nas ruas silenciosas de Santa Maria. O Polo JK volta ao seu silêncio industrial, mas o cheiro de sexo e o mistério da morena platinada permanecem pairando sobre o matagal, aguardando o próximo pôr do sol.

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