Fetiche dos anos 80 volta à cena com Sydney Sweeney de Euphoria
A estética ligada ao fetiche conhecido como sploshing ganha novo público após repercussão de Euphoria

Um fetiche que ganhou notoriedade nas décadas de 1980 e 1990 voltou a circular nas redes sociais e fóruns online, impulsionado por tendências visuais e pela cultura pop recente. Conhecido como sploshing, significa obter prazer e excitação sexual ao ser coberto por substâncias molhadas e pegajosas, como alimentos e bebidas.

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Ver todasSe você assistiu ao último episódio de Euphoria, deve ter visto Cassie (Sydney Sweeney) segurando um sorvete derretendo na mão, completamente sem blusa, enquanto o líquido pingava em seus mamilos. A personagem estava criando conteúdo para sua página na plataforma OnlyFans.
A brincadeira com sorvete em Sydney é bem mais leve. Na maioria dos casos, não estamos falando de um pouco de sorvete ou chantilly, mas sim de banhos de gelatina e xarope de bordo por todo lado, como sugere o nome alternativo WAM (wet and messy, ou molhado e bagunçado).

A ideia da sensação viscosa e pegajosa que inevitavelmente acompanha o fetiche pode causar repulsa, mas a prática está se tornando cada vez mais popular, com mais de 11 milhões de visualizações no TikTok.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA Condessa Diamond, uma dominatrix, explica nas redes sociais que o sploshing ou WAM é uma parte importante da cultura BDSM.
Ela explica: “Não sei ao certo quando o sploshing surgiu pela primeira vez na nossa história. Mas os primeiros registros de uvas sendo esmagadas com os pés para fazer vinho datam de 7000 a.C., e tenho a impressão de que alguém estaria observando aquelas mulheres com o pênis ereto nas calças.“

“Sem esquecer que os egípcios tinham a rainha Cleópatra, que frequentemente se banhava em leite; que visão magnífica devia ser! Aquela camada branca opaca rodopiando por seu corpo, escorrendo de seus dedos”, acrescentou.
A Condessa Diamond também afirma que, quando se trata da cultura BDSM, uma experiência WAM pode ser intensificada por uma escolha cuidadosa de vestuário.
Ela acrescenta: “O cliente pode especificar o que o artista vai vestir, porque os próprios tecidos podem intensificar a experiência tanto para quem espirra quanto para quem é espirrado.”





