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Paulo Cappelli

Voto de Fux é analisado pelos EUA e serve de combustível para Trump

O voto do ministro Luiz Fux, que avaliou não ser competência do STF julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi acompanhado pela Casa Branca

10/09/2025 11:42, atualizado 10/09/2025 12:32
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HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
Ministro Luiz Fux - Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder - Metrópoles

O voto do ministro Luiz Fux, que avaliou não ser competência do STF julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi acompanhado pela Casa Branca.

Os argumentos do magistrado, que divergiu do relator da ação penal, Alexandre de Moraes, servem de combustível para o governo Trump continuar a pressão que faz sobre autoridades brasileiras.

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Trump associou Moraes a escândalo do Bano Master em ação nos EUA
O ministro Alexandre de Moraes
O ministro Flavio Dino, que anulou votação da CPMI do INSS
Ministro Cristiano Zanin, da Primeira Turma do STF
Ministra participou de palestra na UnB
O ministro do STF Luiz Fux votou pela anulação do processo contra Bolsonaro
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O ministro do STF Luiz Fux votou pela anulação do processo contra Bolsonaro

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Trump associou Moraes a escândalo do Bano Master em ação nos EUA
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Trump associou Moraes a escândalo do Bano Master em ação nos EUA

Arte / Metrópoles
O ministro Alexandre de Moraes
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O ministro Alexandre de Moraes

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O ministro Flavio Dino, que anulou votação da CPMI do INSS
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O ministro Flavio Dino, que anulou votação da CPMI do INSS

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Ministro Cristiano Zanin, da Primeira Turma do STF
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Ministro Cristiano Zanin, da Primeira Turma do STF

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Ministra participou de palestra na UnB
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Ministra participou de palestra na UnB

STF
O ex-presidente Bolsonaro no jardim de casa
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O ex-presidente Bolsonaro no jardim de casa

Hugo Barreto/Metrópoles

Nos próximos dias, a esposa de Moraes, advogada Viviane Barci, deverá ser incluída na lista de sancionados do Office of Foreign Assets Control (Ofac), agência ligada ao Departamento do Tesouro norte-americano. Outros magistrados também estão na mira dos Estados Unidos, assim como integrantes da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal.

Em seu voto, Fux argumentou que, após a PGR apontar crimes de Bolsonaro na trama golpista, a Suprema Corte mudou o entendimento para que pudesse julgar o caso mesmo após o ex-presidente deixar o cargo. Segundo Fux, tal prática dá margem para que a ação penal venha a ser anulada no futuro.

É improvável, contudo, que Fux seja acompanhado por outro magistrado da Primeira Turma do STF. Além de Moraes e Flávio Dino, que já votaram pela condenação de Bolsonaro e outros réus, ainda vão se manifestar os ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

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