Mirelle Pinheiro

PM vira alvo de operação após roubar droga do PCC e vender para o CV

O praça da Polícia Militar é apontado como um dos líderes de um esquema estruturado de roubo de entorpecentes entre as duas facções

atualizado

metropoles.com

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Um policial militar de Mato Grosso (MT) é suspeito de liderar um esquema estruturado de roubo de entorpecentes e tráfico de drogas, com conexões entre as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).

A coluna apurou que o suspeito é Philippe Thiago Figueiredo (foto em destaque). Ele foi alvo da Operação Tu Quoque, deflagrada pela Polícia Civil na manhã dessa quarta-feira (27/5).

As investigações têm como foco a desarticulação de um esquema de roubo de entorpecentes subtraídos de pontos de armazenamento de drogas do PCC na região de fronteira e, posteriormente, redistribuídos por integrantes do CV na região metropolitana.

Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos. Um deles era responsável por identificar e monitorar possíveis depósitos de drogas da facção paulista.

Já o segundo núcleo saía de Cuiabá em direção a Pontes e Lacerda para executar o roubo das drogas e, posteriormente, transportar e distribuir os entorpecentes na região metropolitana.

O policial militar, apontado como principal alvo da operação, seria o responsável por liderar o roubo dos entorpecentes, deslocando-se da capital até Pontes e Lacerda para subtrair a droga. Ele também fazia a separação do material para outra equipe do grupo criminoso, encarregada da distribuição.

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O policial militar, apontado como principal alvo da operação, seria o responsável por liderar o roubo dos entorpecentes, deslocando-se da capital até Pontes e Lacerda para subtrair a droga
Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos
O praça da Polícia Militar é apontado como um dos líderes de um esquema estruturado de roubo de entorpecentes entre as duas facções
A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar
O PM foi alvo de operação da Polícia Civil

A coluna apurou que o suspeito é Philippe Thiago Figueiredo
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O policial militar, apontado como principal alvo da operação, seria o responsável por liderar o roubo dos entorpecentes, deslocando-se da capital até Pontes e Lacerda para subtrair a droga
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O policial militar, apontado como principal alvo da operação, seria o responsável por liderar o roubo dos entorpecentes, deslocando-se da capital até Pontes e Lacerda para subtrair a droga

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Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos
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Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos

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O praça da Polícia Militar é apontado como um dos líderes de um esquema estruturado de roubo de entorpecentes entre as duas facções

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A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar
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A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar

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A investigação

A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar mas, com o avanço das investigações, foram identificados.

Além dos crimes de roubo e tráfico de drogas, as investigações identificaram o envolvimento do grupo em um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico, por meio de diversas transações bancárias envolvendo familiares, casas de apostas e empresas de fachada para a pulverização dos valores.

Nome da operação

A expressão latina tu quoque significa literalmente “tu também” ou “até tu” e faz referência ao fato de existir, como pivô do grupo criminoso, um membro das forças de segurança, representando uma significativa quebra da confiança depositada e esperada dos agentes públicos.

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

A operação faz parte da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de enfrentamento ao narcotráfico.

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