
Mirelle PinheiroColunas

Dados e visita técnica: saiba como foi a reunião entre Moraes e Castro
O governador do RJ e o ministro do STF estiveram juntos, nesta segunda-feira (3/11), em reunião no o Centro Integrado de Comando e Controle
atualizado
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Durante reunião realizada na manhã desta segunda-feira (3/11), no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, o governador Cláudio Castro (PL) apresentou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dados sobre o planejamento e a execução da megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha, deflagrada na última terça-feira (28/10).
Segundo a assessoria do governador, o relatório, que mostra total transparência no cumprimento da ADPF 635, será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Após a audiência, o Castro acompanhou o ministro em uma visita técnica à Sala de Inteligência e Controle do CICC, onde está instalado o sistema de reconhecimento facial e das câmeras operacionais portáteis usadas pela Polícia Militar, com acompanhamento em tempo real dos deslocamentos em todo o território fluminense.
Segundo o governo, a estrutura centraliza informações de campo e dados de inteligência, garantindo resposta rápida e coordenação operacional. “O Rio de Janeiro tem investido muito em planejamento, tecnologia e transparência para tornar a segurança pública mais eficiente e moderna. O CICC é a expressão desse trabalho coordenado, com tecnologia de ponta. Todo esse aparato garante um serviço de segurança de qualidade para a população”, afirmou o governador Cláudio Castro.
Participaram da audiência os secretários de Segurança Pública, Victor dos Santos; de Polícia Militar, Marcelo de Menezes; e de Polícia Civil, Felipe Curi, além de representantes do Conselho Nacional do Ministério Público e do Conselho Nacional de Justiça.
Entenda
Nesse domingo (2/11), Moraes determinou a preservação integral de todos os elementos materiais relacionados à megaoperação deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha, contra o Comando Vermelho (CV).
A pedido do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), o encontro ocorre para que Castro explique ponto a ponto a operação.
A preservação desses elementos tem como objetivo permitir o exercício do controle e da fiscalização da atuação policial pelo Ministério Público, devendo ser assegurado à Defensoria Pública do RJ (DPU) o acesso às informações.
Ao determinar a preservação, Moraes atendeu a um pedido da DPU, feito na última quinta-feira (30).
















