Milena Teixeira

Na mira da indústria por 6×1, Lula avalia se irá a debate da CNI

Pressionado por empresários por causa da PEC do fim da escala 6×1, Lula ainda avalia se irá ao debate da CNI; Caiado confirma presença

atualizado

metropoles.com

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Ricardo Stuckert/PR
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1 de 1 lula-campinas-sirius-6 - Foto: Ricardo Stuckert/PR

Alvo de críticas do setor industrial, o presidente Lula ainda avalia se participará do debate que a Confederação Nacional da Indústria pretende realizar no próximo mês.

Assessores do Palácio do Planalto ainda não confirmaram a presença do petista, que passou a ser alvo de empresários após o acordo firmado com a Câmara dos Deputados para a aprovação da PEC do fim da escala 6×1.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD)
Flávio Bolsonaro / Ronaldo Caiado
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD)

Reprodução/Metrópoles
Flávio Bolsonaro / Ronaldo Caiado
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Flávio Bolsonaro / Ronaldo Caiado

Fotos: Andressa Anholete/Agência Senado; Flickr/Governo de Goiás

A coluna apurou que nomes como o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (União Brasil) já confirmaram presença no evento. A CNI também espera receber o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Realizado desde 1994, o Diálogo da Indústria deve ocorrer no próximo dia 22 de junho, em Brasília.

Críticas a Lula

O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Alban, criticou o acordo firmado entre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e Lula sobre o fim da escala 6×1. Segundo ele, a proposta tem motivação “estritamente eleitoral”.

À coluna, Alban afirmou na segunda-feira (25/5) que o setor produtivo não é contrário ao debate sobre mudanças na jornada de trabalho, mas avaliou que o prazo previsto para adaptação das empresas inviabiliza qualquer planejamento, especialmente para pequenos e médios empresários.

“Dar 60 dias depois de promulgar para entrar em vigor é uma assinatura mais do que clara de que o motivo é estritamente eleitoral. Não há preocupação com o real benefício. Uma conquista efetiva para o trabalhador precisaria ser discutida melhor”, declarou o presidente da CNI.

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