Milena Teixeira

Planalto tentará ressuscitar o 1º de Maio com a pauta da escala 6×1

Após o fiasco dos últimos atos, integrantes do governo querem ressuscitar o 1º de Maio com o avanço da pauta que põe fim à escala 6×1

atualizado

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Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
Lula e Boulos
1 de 1 Lula e Boulos - Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

Integrantes do Palácio do Planalto querem acelerar a aprovação do projeto que põe fim à escala 6×1, de olho no 1º de Maio, data em que se comemora o Dia do Trabalhador.

A ideia de aliados de Lula é fazer com que a matéria avance para que o 1º de maio, data histórica para o Partido dos Trabalhadores (PT), legenda do presidente, volte a ficar fortalecida politicamente.

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A missão de ressuscitar a data ficará a cargo do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.

A ideia de integrantes da gestão petista é levar o maior número possível de pessoas às ruas no ato, que neste ano deve contar com a participação de Lula.

De olho nas eleições de outubro, o governo quer reforçar a narrativa de que, além de ampliar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, também está oferecendo mais tempo ao trabalhador.

Em 2024, última vez em que o 1º de Maio foi comemorado com Lula, o então chefe da SGR Márcio Macêdo foi alvo de críticas do presidente em razão do baixo comparecimento de movimentos sociais em São Paulo. O petista chegou a cobrar o ministro publicamente, durante discurso.

“Não pensem que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e disse: ‘Márcio, esse ato está mal convocado’. Nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar”, declarou Lula.

 

 

 

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