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Milena Teixeira

Acusado de agredir irmã e ex-mulher, ex-deputado vai a ato de Lula contra feminicídio

Acusado de agressão contra a ex-mulher e a irmã, ex-deputado Julian Lemos participou de ato de Lula contra o feminicídio no Planalto

04/02/2026 14:12, atualizado 04/02/2026 14:32
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Acusado de agredir irmã e ex-mulher, ex-deputado vai a ato de Lula contra feminicídio
Acusado de agredir irmã e ex-mulher, ex-deputado vai a ato de Lula contra feminicídio

Acusado de agressão contra a irmã e a ex-esposa, o ex-deputado federal Julian Lemos participou, na manhã desta quarta-feira (4/2), de um ato do presidente Lula contra o feminicídio. O evento foi realizado no Palácio do Planalto.

Ex-aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lemos já foi alvo três vezes da Lei Maria da Penha.

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Presidente Lula e a primeira-dama Janja em evento "Todos juntos por todas" no Palácio do Planalto
Ato contra o feminicídio no Palácio do Planalto
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Presidente Lula e a primeira-dama Janja em evento "Todos juntos por todas" no Palácio do Planalto
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Presidente Lula e a primeira-dama Janja em evento "Todos juntos por todas" no Palácio do Planalto

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
Ato contra o feminicídio no Palácio do Planalto
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Ato contra o feminicídio no Palácio do Planalto

Carolina Nogueira/Metrópoles

No primeiro caso, o ex-parlamentar foi acusado de violência doméstica por sua ex-companheira Ravena Coura. A primeira denúncia ocorreu em 2013 e a segunda, em 2016.

Segundo reportagem da Folha de São Paulo, em 2013, ela relatou à polícia ter sido agredida fisicamente e ameaçada com uma arma de fogo. Lemos chegou a ser preso em flagrante.

Em 2016, ainda de acordo com a publicação, Ravena afirmou às autoridades que o ex-companheiro era “uma pessoa muito violenta” e que a teria ameaçado dizendo: “Vou acabar com você, você não passa de hoje”.

Já sua irmã, Kamila Lemos, relatou à polícia que foi agredida em 2016 após tentar apaziguar uma briga entre o irmão e a ex-mulher. Ela disse ter sido ofendida e agredida fisicamente pelo ex-parlamentar, com murros e empurrões.

As duas, no entanto, retiraram as queixas e as denúncias foram arquivadas.

O ato de Lula

Como a coluna mostrou, sob influência da primeira-dama Janja, Lula realizou um megaevento para lançar o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio.

Na cerimônia, participaram o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

As autoridades assinaram o pacto em compromisso contra a violência contra a mulher.