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Milena Teixeira

Penduricalho para servidores: Lula será aconselhado a evitar briga com o Congresso

Presidente Lula será aconselhado a evitar confronto com o Congresso Nacional por projeto que eleva salários do Legislativo

04/02/2026 17:38, atualizado 04/02/2026 17:47
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente -- Metrópoles

Apesar de uma ala do governo defender que o presidente Lula vete o projeto de aumento salarial do Legislativo, aliados do petista no Palácio do Planalto avaliam que este não é o momento adequado para um confronto com o Congresso Nacional.

A avaliação é de que Lula está em processo de retomada da relação com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e que, por isso, não deve comprar briga com o Legislativo.

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Lula com Hugo Motta
Lula ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado
Presidente Lula e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP)
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem feito acenos ao governo
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem feito acenos ao governo

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Lula com Hugo Motta
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Lula ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado
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Lula ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado

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Presidente Lula e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP)
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Presidente Lula e os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP)

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Esses aliados afirmam que Lula será aconselhado a dialogar com o Congresso Nacional e que, caso opte pelo veto, o petista deverá fazê-lo de forma pontual na proposta.

Entenda o penduricalho

O projeto aprovado pelos deputados na terça-feira estabelece uma licença compensatória para servidores da Câmara que exercem função comissionada. Essa licença dá um dia de folga a cada três trabalhados em períodos como feriados, fins de semana e outros dias de descanso.

Caso a licença não seja usufruída, o servidor poderá receber, como indenização, em dinheiro. O valor é livre de imposto de renda e pode ultrapassar o teto constitucional, equivalente hoje ao salário de um ministro do STF, de R$ 46,3 mil. O projeto prevê um limite de 10 dias de licença por mês.