Caso de ex-chefe da Rioprevidência que investiu no Master chega ao STJ
Preso preventivamente, Deivis Antunes é investigado por irregularidades em investimentos de R$ 1 bilhão da Rioprevidência no Master

O caso do ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A defesa de Antunes, investigado por suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos públicos e corrupção envolvendo investimentos realizados no Banco Master, pediu a revogação da prisão preventiva do cliente. O relator do caso é o ministro Carlos Augusto Pires Brandão.
Antunes foi preso em 3 de fevereiro por agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ele apresentou habeas corpus ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e foi negado pela 1ª Turma Especializada, que manteve a custódia cautelar.
O TRF-2 identificou indícios robustos de que a liberdade do acusado durante a investigação representa risco à instrução criminal ou aplicação da lei penal. E a defesa decidiu recorrer ao STJ.
A investigação contra Antunes apura possíveis irregularidades nos investimentos da RioPrevidência em letras financeiras do Banco Master, entre novembro de 2023 e julho de 2024, em montante aproximado de R$ 970 milhões.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Manoela AlcântaraAs notícias são de irregularidades no processo decisório, além de supostos atos de obstrução às investigações.
As apurações são concentradas em nove aplicações feitas entre 2023 e 2024, as quais, segundo a Polícia Federal, colocaram em risco os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores públicos estaduais.




