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Igor Gadelha

O plano da cúpula da CPMI do INSS caso STF não prorrogue os trabalhos

Comando da CPMI do INSS tem plano para votar relatório final da comissão, caso o STF decida vetar prorrogação dos trabalhos do colegiado

26/03/2026 05:30, atualizado 26/03/2026 09:27
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Carlos Moura/Agência Senado
O plano da cúpula da CPMI do INSS caso STF não prorrogue os trabalhos

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), já tem em mente plano para tentar votar o relatório final da comissão, caso o plenário do STF decida não prorrogar os trabalhos do colegiado.

Na quinta-feira (26/3), os ministros da Corte vão decidir se mantêm ou se derrubam a decisão monocrática do colega André Mendonça que prorrogou o funcionamento comissão de inquérito por mais 60 dias.

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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PSD-MG)
O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar
Membros da CPMI do INSS se dirigem à sala-cofre
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Membros da CPMI do INSS se dirigem à sala-cofre

Jefferson Rudy/Agência Senado
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PSD-MG)
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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PSD-MG)

Jefferson Rudy/Agência Senado
O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar
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O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Caso a maioria dos ministros do Supremo vete a prorrogação, a CPMI terá de encerrar suas atividades até o sábado (28/3), o que deixará o calendário bastante apertado para votação do relatório final.

O plano do presidente da comissão, contudo, é convocar sessão extraordinária da CPMI na sexta-feira (27/3) para que o relator do colegiado, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), leia seu parecer.

A ideia de Viana é também realizar sessão no dia seguinte, mesmo sendo um sábado (28/3), para votar o relatório final. Governistas, porém, certamente devem reagir a essa articulação.

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Com a resistência dos aliados do governo, a cúpula da CPMI negocia acordo sobre o relatório final. A ideia seria pedir o indiciamento apenas dos nomes de consenso, como é o caso do “Careca do INSS”.

Haveria também consenso para um projeto endurecendo as regras para empréstimos consignados para aposentados do INSS. O ponto é visto como fundamental devido à descoberta do envolvimento do Banco Master no escândalo.