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Guilherme Amado

TCU avalia adiar cobrança de comprovante de vacina no tribunal

Exigência de vacina contra a Covid começaria no próximo dia 31, mas posse de senador Antonio Anastasia gera temor de confusão no TCU

25/01/2022 18:46
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Felipe Menezes/Metrópoles
TCU avalia adiar cobrança de comprovante de vacina no tribunal

O Tribunal de Contas da União (TCU) avalia adiar a data em que começará a exigir o comprovante de vacinação para acessar o prédio do tribunal. A obrigatoriedade valeria a partir do próximo dia 31, mas pode passar para fevereiro. O motivo do impasse é a posse do senador Antonio Anastasia como ministro na corte, prevista para o próximo dia 8.

Interlocutores do TCU temem que convidados à posse de Anastasia, como outros parlamentares e o alto escalão do governo Bolsonaro, possam criar confusão com a exigência de vacina. A expectativa é de que a cerimônia seja grande e com muitas pessoas. Por isso, uma saída seria iniciar a cobrança depois da posse, a partir de 9 de fevereiro.

No último dia 18, a presidente do TCU, ministra Ana Arraes, publicou uma portaria determinando que, a partir de 31 de janeiro, qualquer pessoa que acessar as dependências do tribunal deverá comprovar a vacinação contra a Covid. O texto cita autoridades. Quem não estiver imunizado, por sua vez, deverá mostrar um teste negativo para a doença feito nas últimas 72 horas.

Em dezembro, a ida de Bolsonaro à posse de André Mendonça no STF gerou apreensão. Bolsonaro alega até hoje que não se vacinou, enquanto o Supremo exige o comprovante da vacina para acessar a corte. O advogado de Flávio Bolsonaro, Fred Wassef, havia sido barrado no mês anterior.

No dia da posse de seu indicado ao STF, Bolsonaro seguiu todos os protocolos do Supremo: apresentou um teste negativo para a Covid e usou máscara o tempo todo, o que o presidente não faz no Planalto.

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A decisão, implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente de grupo etário ou profissão
Alguns estados, no entanto, reduziram ainda mais o intervalo de uma dose da vacina contra a Covid-19 para outra, como é o caso de São Paulo
Quem tomou a vacina da Janssen, inicialmente de dose única, deverá tomar a segunda dose com dois meses de intervalo. Cinco meses depois, o indivíduo poderá tomar o reforço
Mulheres que tomaram a Janssen e, no momento atual, estão gestantes ou puérperas deverão utilizar como dose de reforço o imunizante da Pfizer
A decisão de ampliar a oferta da dose de reforço foi tomada com base em estudos da Fundação Oswaldo Cruz  (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford
O Ministério da Saúde anunciou a redução do intervalo de tempo para aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19. O reforço agora pode ser tomado quatro meses após a segunda dose
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A decisão, implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente de grupo etário ou profissão
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Alguns estados, no entanto, reduziram ainda mais o intervalo de uma dose da vacina contra a Covid-19 para outra, como é o caso de São Paulo
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Alguns estados, no entanto, reduziram ainda mais o intervalo de uma dose da vacina contra a Covid-19 para outra, como é o caso de São Paulo

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Quem tomou a vacina da Janssen, inicialmente de dose única, deverá tomar a segunda dose com dois meses de intervalo. Cinco meses depois, o indivíduo poderá tomar o reforço
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Quem tomou a vacina da Janssen, inicialmente de dose única, deverá tomar a segunda dose com dois meses de intervalo. Cinco meses depois, o indivíduo poderá tomar o reforço

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Mulheres que tomaram a Janssen e, no momento atual, estão gestantes ou puérperas deverão utilizar como dose de reforço o imunizante da Pfizer
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A decisão de ampliar a oferta da dose de reforço foi tomada com base em estudos da Fundação Oswaldo Cruz  (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford
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As pesquisas informaram a necessidade de uma dose de reforço após as primeiras vacinações contra a Covid-19, incluindo para quem tomou a Janssen
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Devido à variante Ômicron, órgãos de Saúde de diversos países alertam sobre importância da aplicação de doses de reforço para conter a propagação do vírus e o surgimento de novas cepas
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Agora, o Ministério da Saúde planeja concluir, até maio de 2022, a aplicação da dose de reforço para o público-alvo em todo o país
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Agora, o Ministério da Saúde planeja concluir, até maio de 2022, a aplicação da dose de reforço para o público-alvo em todo o país

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