Rodrigo Pacheco não tem planos de se engajar na eleição presidencial
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco não tem previsão de quando (e se) abandonará a postura de neutralidade na eleição presidencial

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não pretende se engajar na eleição presidencial. Pelo menos não por enquanto.
Pacheco, que é filiado ao PSD, tem se escorado na neutralidade declarada pelo seu partido para justificar a postura atual. Aliados de Pacheco também citam a relevância do cargo que ele ocupa e a proximidade das manifestações do 7 de Setembro como razões para ele ficar afastado do pleito presidencial.
O PSD fechou aliança com Lula em Minas Gerais, estado representado por Pacheco no Senado. Nesta semana, o ex-presidente subiu no palanque junto de Alexandre Kalil, candidato ao governo mineiro, e de Alexandre Silveira, que disputa a reeleição para o Senado. Silveira é um dos braços-direitos de Pacheco no Congresso.
A posição de Pacheco contrasta com a adotada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que usou até voos da FAB para participar de atos políticos ao lado de Jair Bolsonaro.
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