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Eleições 2026Grande Angular

Nome de autor da PEC 6x1 será testado pelo PT em pesquisas em MG

Com desistência de Pacheco, PT articula candidatura própria ao Palácio da Liberdade

Felipe Salgado30/05/2026 14:57, atualizado 30/05/2026 15:00
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Deputado Reginaldo Lopes, líder do PT na Câmara dos Deputados / Metrópoles

Autor da PEC que prevê o fim da escala 6×1, o deputado federal Reginaldo Lopes autorizou o PT a incluir seu nome em pesquisas de intenção de voto para o governo de Minas Gerais. A informação foi apurada pelo Metrópoles após a oficialização da desistência do senador Rodrigo Pacheco (PSD) de disputar o Palácio da Liberdade, anunciada na sexta-feira (29/5).

No mesmo dia, o PT de Minas Gerais aprovou uma resolução que autoriza a realização de prévias para a definição da candidatura da legenda ao governo mineiro. A medida abriu caminho para a avaliação de novos nomes e levou o partido a decidir testar o desempenho eleitoral do parlamentar.

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Pré-candidata ao Senado Marília Campos
Presidente Lula e a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos
Alexandre Kalil (PDT), pré-candidato ao governo de MG
Senador Rodrigo Pacheco
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Senador Rodrigo Pacheco

Carlos Moura/Agência Senado
Pré-candidata ao Senado Marília Campos
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Pré-candidata ao Senado Marília Campos

Reprodução/Redes Sociais
Presidente Lula e a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos
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Presidente Lula e a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos

Ricardo Stuckert / PR
Alexandre Kalil (PDT), pré-candidato ao governo de MG
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Alexandre Kalil (PDT), pré-candidato ao governo de MG

Reprodução/Redes sociais

A PEC 6×1, aprovada pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (28/5) por 472 votos favoráveis. No dia da votação, o petista afirmou ao Metrópoles que esperava alcançar “450 votos favoráveis” e que a matéria fosse promulgada “até 10 de julho”.

Além da proposta sobre a jornada de trabalho, Reginaldo também atuou como relator da PEC da Reforma Tributária.

Outro nome cogitado para a disputa era o da prefeita de Contagem (mg), Marília Campos (PT). Conforme mostrou o Metrópoles, ela resistiu à possibilidade de concorrer ao governo estadual e já teria recebido aval do presidente Lula para disputar uma vaga no Senado.

Sondada pela então presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, no fim de 2025, Marília recusou a hipótese após avaliar que uma eventual gestão em Minas exigiria “ajuste fiscal”, “contenção de gastos” e “arrocho sobre salários de servidores públicos”, cenário que, segundo ela, não teria respaldo político dentro do partido.

Marília apoia o nome de Alexandre Kalil (PDT) para o governo mineiro, mas o ex-prefeito de Belo Horizonte não reúne consenso dentro do PT.

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