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Cúpula do PT pede à PF prioridade ao BRB em ressarcimento por delações
Cúpula do PT-DF defendeu à PF a punição dos responsáveis pelo rombo no BRB e a prioridade do banco na devolução de recursos públicos
atualizado
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Presidente do PT-DF, Guilherme Sigmaringa afirmou ao Metrópoles que a cúpula da sigla se reuniu na tarde desta sexta-feira (29/5) com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para pedir prioridade ao Banco de Brasília (BRB) na restituição de recursos obtidos por meio de acordos de delação premiada relacionados ao rombo financeiro da instituição. O grupo também defendeu a identificação e punição dos responsáveis pelas perdas do banco.
Além do dirigente do PT-DF, participaram do encontro o pré-candidato ao Governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT), a deputada federal e pré-candidata ao Senado Erika Kokay (PT-DF), o deputado distrital Gabriel Magno (PT) e o ex-secretário de Assuntos Jurídicos e pré-candidato a deputado federal Marivaldo Pereira (PT-DF).
Segundo Sigmaringa, o grupo argumentou que o acordo homologado pelo STF entre o governo do presidente Lula, o Governo do Distrito Federal, comandado por Celina Leão, e o Banco Central, que autoriza empréstimo de até R$ 6,5 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para socorrer o BRB, com prazo de 15 anos para quitação, transferirá aos servidores do GDF e à população os efeitos do “arrocho fiscal”.
Pelo acordo homologado pelo STF, o Governo do Distrito Federal ficará impedido de conceder reajustes salariais, criar cargos ou realizar concursos públicos, exceto para reposição de vacâncias, até a quitação do empréstimo junto ao FGC ou até que o DF alcance o índice Capag A+, que mede a capacidade de pagamento do ente federativo.
Sigmaringa afirmou que Andrei “ouviu de forma institucional” a manifestação do grupo. O dirigente do PT-DF também disse que tentará conversar com os ministros André Mendonça, relator do caso Master no STF, e Luiz Fux, que homologou o acordo, para “tentar aperfeiçoá-lo”.
De acordo com o presidente do PT-DF, o grupo procurou primeiro Andrei Rodrigues por uma questão de “hierarquia institucional”.














