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GDF, STF, BC e AGU fecham acordo que vai salvar o BRB de quebrar
Celina se reuniu com ministro do STF Luiz Fux e, diante da anuência de Banco Central, Ministério da Fazenda e AGU, as partes fecharam acordo
atualizado
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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), representantes do Banco Central, da Advocacia-Geral da União (AGU) e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, fecharam acordo para operação que deve impedir o Banco de Brasília (BRB) de quebrar diante da grave crise decorrente do escândalo do Banco Master. O GDF pediu empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.
A audiência de conciliação foi realizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, nesta terça-feira (26/5).
A solução que tem sido trabalhada é uma operação de crédito a ser tomada pelo GDF com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com a fiança do Sindicato de Bancos e com contragarantias a serem prestadas pelo GDF com cotas do Fundo de participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), sem aval da União.
A União se comprometeu a concluir essa negociação e flexibilizar os critérios que envolvem o plano fiscal do GDF que limitam a R$ 900 milhões o crédito que o DF pode tomar atualmente. A segunda audiência de conciliação está marcada para esta quinta-feira (28/5).
O GDF protocolou uma ação no STF em que pediu que a nota de capacidade de pagamento atribuída ao GDF deixe de ser exigida em casos de concessão de créditos especificamente voltados ao processo de recuperação financeira do BRB.
Na petição inicial, o GDF afirmou que o BRB “possui valores bilionários de seus correntistas e montantes elevadíssimos de instituições públicas, inclusive dezenas de bilhões de reais em depósitos judiciais”, e voltou a reforçar que o banco exerce função central na dinâmica econômica do DF.
Ainda de acordo com o processo, a nota baixa de capacidade de pagamento atribuída ao GDF “impossibilita o prosseguimento da análise de operação de crédito com garantia da União”.
Assim, o governo local pediu que o STF determine que o governo federal suspenda os efeitos impeditivos da classificação baixa.











