
Candidato, advogado de Zambelli declara R$ 5,6 milhões ao TSE
Candidato a deputado federal pelo Novo-SP, Fabio Pagnozzi declarou R$ 240 mil em joias, objetos de arte e antiguidades

Advogado da ex-deputada Carla Zambelli, Fabio Pagnozzi declarou patrimônio de R$ 5,68 milhões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após ter a candidatura a deputado federal pelo Novo em São Paulo oficializada.
A declaração de bens inclui R$ 240 mil em joias, objetos de arte, de coleção e antiguidades. O candidato também informou quatro participações societárias, que totalizam R$ 2,87 milhões, além de dois apartamentos, avaliados em R$ 215 mil e R$ 1,2 milhão, um veículo de R$ 53 mil e outros bens e direitos no valor de R$ 1,1 milhão.
Pagnozzi será concorrente direto de Rita Zambelli, mãe da ex-deputada, candidata a deputada federal pelo PL em São Paulo. Já Bruno Zambelli, irmão de Carla, disputará a reeleição da Assembleia Legislativa paulista, também pelo PL.

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Ver todasZambelli: de 3º deputada mais votada do Brasil à detenção na Itália
Nas eleições de 2022, Carla Zambelli foi a segunda deputada federal mais votada de São Paulo e a terceira mais votada do país, com 946.224 votos. No estado, recebeu cerca de 205 mil votos a mais que Eduardo Bolsonaro, então candidato à reeleição para a Câmara dos Deputados. Nacionalmente, ficou atrás apenas de Guilherme Boulos (PSol), com 1.001.472 votos, e de Nikolas Ferreira (PL), o deputado federal mais votado do país, com 1.492.047 votos em Minas Gerais.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande AngularCarla Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão e à inelegibilidade por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Posteriormente, a Corte também a condenou a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
Após deixar o Brasil, Zambelli foi presa na Itália.Em razão das duas condenações impostas pelo STF, ela responde a dois processos de extradição.
No primeiro, que trata da invasão dos sistema do CNJ, a Justiça italiana negou o pedido.
No segundo, referente à prisão por porte ilegal de arma de fogo, a Corte de Cassação de Roma suspendeu temporariamente a extradição ao apontar dúvidas sobre a assistência médica no sistema prisional brasileiro e determinou que o caso seja reanalisado por uma instância inferior.











