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Dia de Abraçar o Gato: veterinária revela zonas restritas para carinho
O Dia de Abraçar o Gato é comemorado nesta quinta-feira (4/6). Veterinária comenta áreas permitidas e proibidas para carinho nos felinos
atualizado
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Embora o carinho não precise de data marcada, nesta quinta-feira (4/6) é celebrado o Dia de Abraçar o Gato. Apesar de alguns deles permitirem que os tutores se aproximem dessa maneira, ainda surge a dúvida: os bichanos realmente gostam de abraços e carinhos intensos como outros animais de estimação?
A veterinária Valeska Rodrigues explica que, diferentemente dos cães, os felinos possuem uma linguagem própria e muito mais seletiva quando o assunto é toque físico.
“Existem áreas permitidas e áreas proibidas no corpo deles. Além disso, há raças de gatos que são naturalmente mais permissivas e outras mais arredias.”
Áreas permitidas
Para ajudar os tutores a evitar ataques e estresse nos pets, a especialista revela onde o carinho é bem-vindo e quais partes do corpo são consideradas restritas.
Confira:
- Zonas verdes (pode): costas, testa próximo ao nariz e região do queixo são as prediletas pela maioria dos gatos.
- Zonas vermelhas (evite): cauda e barriga costumam despertar forte instinto de autodefesa.
Durante o carinho, Valeska alerta que é importante ficar atento aos sinais que o bichinho demonstra. Caso vire as orelhas para trás, tente se esquivar e solte miados longos, isso significa que o gato provavelmente está desconfortável ou estressado.

Como conquistar o bichano
A docente da Universdidade de Franca (Unifran) ressalta que o segredo para conquistar felinos mais ariscos está em oferecer estímulos positivos que façam sentido para eles.
“Basta jogar uma bolinha de papel ou mostrar onde está o pote de ração. Eles já elevam a cauda e se aproximam felizes. No momento de interação positiva, a carícia nas costas já é aceita”, orienta a profissional.
No entanto, o respeito ao tempo e espaço é a chave de ouro para a convivência. “Em pouco tempo, seguindo essa rotina de carinho respeitoso, os bichanos estarão deitados em cima dos tutores, dormindo nas pernas ou no próprio travesseiro. Mas lembre-se da regra máxima: eles fazem isso quando eles querem, e não quando o tutor quer”, conclui Valeska.







