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Rei Charles tem plano de mestre para retirar papel de Harry e Andrew

Monarca reinante, Charles quer fazer uma dança das cadeiras a fim de retirar os príncipes Andrew e Harry de um papel real

atualizado 18/09/2022 10:45

Gregorio Borgia - WPA Pool/Getty Images

O rei Charles III irá mexer os pauzinhos para mudar uma lei – o intuito é impedir que integrantes da realeza que não trabalham atuem como conselheiros de Estado. Caso consiga alterar a norma, o irmão Andrew, o filho Harry e a sobrinha Beatrice do atual monarca se tornariam inelegíveis ao papel e precisariam ser substituídos. O grupo de guias do soberano é composto por cinco membros reais maiores de 18 anos.

Publicada em 1937, a Lei de Regência determina que o cônjuge do monarca e os quatro adultos próximos na linha de sucessão ao trono podem atuar como conselheiros de Estado. Com a ascensão de Charles, o grupo é formado por Camilla Parker, esposa do rei e rainha consorte; príncipe William, herdeiro direto da Coroa; Harry, quinto na ordem sucessória; Andrew, oitavo na disputa pelo trono; e princesa Beatrice, na nona colocação.

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Os conselheiros de Estado podem substituir o monarca reinante quando ele estiver indisposto. Entretanto, três dos cinco mentores do rei Charles não trabalham em nome da instituição. São eles: Andrew, Harry e Beatrice. Caso as mudanças sejam efetivadas, o príncipe William será o único remanescente do grupo que serviu no comando da falecida rainha Elizabeth II.

Conforme apurou o jornal britânico The Telegraph, o rei Charles III está interessado em tornar as medidas relevantes, para que a alteração da lei aconteça o “mais rápido possível”. Se a mudança no regimento ocorrer de fato, haverá uma dança das cadeiras no grupo de conselheiros. Quem passa a ocupar duas das posições serão dois irmãos e uma sobrinha do soberano, no caso, o príncipe Edward, Louise Windsor e a princesa Anne.

Segundo o The Telegraph, o rei reconhece a “incongruência” de ter um trio de conselheiros que não trabalham para a realeza e, por isso, são inelegíveis. A reforma desejada por Charles deixará em evidência a posição da realeza ativa e não ativa. No caso, o príncipe Harry abdicou dos deveres reais em março de 2020, enquanto Andrew teve os títulos e patrocínios retirados em razão de envolvimento em um escândalo sexual.

Foto colorida. Príncipe Harry, rainha Elizabeth e príncipe Andrew
Príncipe Harry, rainha Elizabeth e príncipe Andrew

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