Ministro Gilmar Mendes celebra Congresso de Arquitetura e Urbanismo do IDP
Recepção na residência de Gilmar Mendes no Lago Sul celebrou a primeira edição do Congresso Internacional de Arquitetura e Urbanismo do IDP

Em clima intimista e sofisticado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes abriu as portas de sua residência, no Lago Sul, para uma noite de confraternização em torno da arquitetura, do urbanismo e da troca de conhecimento. Com a presença de professores de diversas nacionalidades e convidados especiais, a recepção realizada nessa quarta-feira (26/8) celebrou o 1º Congresso Internacional de Arquitetura e Urbanismo do IDP.
O coquetel marcou o encerramento dos dois dias de programação acadêmica. Realizado no campus do IDP na Asa Norte, o congresso discutiu os impactos da inteligência artificial na prática profissional, na produção de conhecimento e na construção de cidades mais sustentáveis, humanas e bem estruturadas.
Anfitrião da noite e um dos fundadores do IDP, Gilmar Mendes destacou a relação entre Brasília e o tema do encontro.
“Brasília é uma cidade criada, um ambiente de arquitetura. Todos os nomes importantes da arquitetura brasileira e do urbanismo passaram por aqui, a partir de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e tantos outros”, afirmou à coluna Claudia Meireles.
Segundo o ministro, a primeira edição reuniu mais de mil inscritos e cerca de 10 palestrantes internacionais. Para ele, o resultado representa mais uma etapa da consolidação do curso de arquitetura e urbanismo da instituição.
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Conhecimento sem fronteiras
Gilmar Mendes ressaltou que o encontro reflete dois pilares do IDP: a qualidade do ensino e a aproximação com instituições estrangeiras. Atualmente, cerca de 100 alunos da instituição estudam em universidades de diferentes países.
“Temos uma perspectiva de abertura para o mundo, tanto ao trazer professores para dialogar conosco quanto ao promover a presença dos nossos alunos no exterior”, declarou. “É a realização de um sonho: ter uma instituição importante na área de ensino em Brasília, no Brasil e, em alguns campos, com uma cooperação relevante para o mundo”, completou.

Um dos palestrantes internacionais, o arquiteto e professor Carlos Bañon, da Singapore University of Technology and Design, em Cingapura, apontou a força da tradição brasileira diante das transformações provocadas pela inteligência artificial.
“Quando penso em arquitetura, penso no Brasil. As bases da arquitetura estão presentes aqui, na proporção e na honestidade dos materiais. A inteligência artificial exige fundamentos, e os arquitetos brasileiros estão muito bem preparados para acrescentar essa nova camada”, avaliou o profissional formado na Universidade de Alicante, na Espanha.
Para Bañon, Brasília também conferiu um simbolismo especial ao congresso. O professor descreveu a capital como uma cidade que concentra muita história em poucas décadas e que nasceu a partir de uma visão urbanística clara. “Existe aqui uma determinação que as pessoas sentem quando chegam. Brasília tem um peso arquitetônico importantíssimo”, observou.

O arquiteto e teórico britânico Neil Leach, responsável pela conferência de abertura, também conversou com a coluna sobre a trajetória dedicada à relação entre tecnologia e arquitetura. Formado pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, ele salientou o pioneirismo da própria produção acadêmica.
“Escrevi o primeiro livro sobre inteligência artificial e arquitetura. A obra está sendo lançada em vários idiomas”, disse.

Sabores da noite
A gastronomia ficou sob responsabilidade do buffet Renata La Porta. Na chegada, os convidados foram recebidos com opções como camarão empanado com gergelim e molho picante, cestinha de massa filo com cordeiro ao vinho do Porto, coxinha de lagosta com panko e molho bisque, croqueta de rabada com geleia de pimenta e tartine de pato com perfume de tangerina.
Na sequência, foram servidos ravioli marguerita, bobó de camarão com banana caramelizada e risoto de cordeiro ao vinho do Porto. A mesa de café encerrou o menu com petit fours, minitortinhas, trufas de morango, banoffee, brownies e minichurros. Além disso, a música ao vivo teve seu momento. Junior Johns animou a celebração com uma sessão acústica de voz e violão.
Entre conversas, brindes e sabores, o encontro prolongou o espírito do congresso ao aproximar convidados de diferentes países e áreas de atuação, fortalecendo o diálogo acadêmico em uma cidade reconhecida internacionalmente pela própria arquitetura.
Confira como foi o coquetel pelos cliques do fotógrafo Pedro Iff:































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