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Confira o alimento “campeão” em vitamina D e turbine os benefícios
O médico Wandyk Allison aponta o alimento mais rico em vitamina D. O especialista dá dicas para potencializar os benefícios do consumo
atualizado
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Recentemente, a coluna Claudia Meireles publicou uma reportagem sobre o jeito certo de tomar vitamina D e potencializar os resultados. Diante da curiosidade dos leitores sobre o consumo do nutriente, chegou a vez de recorrer a um médico para saber: qual é o alimento com maior teor do hormônio eficaz para a saúde óssea, muscular e imunológica?
De acordo com o médico integrativo Wandyk Allison, entre as fontes naturais, o salmão selvagem é o “campeão” em vitamina D. “Uma porção de 100 gramas pode oferecer mais de 600 UI [Unidade Internacional], quase a dose diária recomendada”, destaca o pós-graduado em nutrição clínica, metabologia, fisiologia e endocrinologia.
O especialista elenca outros alimentos ricos em vitamina D: “São a gema de ovo, fígado, atum, sardinhas e óleo de fígado de bacalhau, todos ricos em vitamina D3, a forma mais biodisponível para o corpo humano.”
Além da vitamina D, o salmão selvagem e outros peixes gordos são ricos em ômega 3 e apresentam potencial de reduzir inflamações, melhorar a saúde cardiovascular e otimizar a sensibilidade hormonal. “Também fornecem proteína de alta qualidade, essencial para construção muscular e regeneração celular”, complementa.
Wandyk salienta que a vitamina D é lipossolúvel, ou seja, precisa de gordura saudável para ser absorvida. “Dessa maneira, o ideal é consumir os alimentos mencionados com azeite de oliva, abacate ou oleaginosas, por favorecer a absorção intestinal”, defende o médico.

À coluna, o especialista em metabologia aconselha preservar a gordura natural do alimento durante o preparo. Isso consiste em evitar frituras e cozimentos longos, o que “degrada” o nutriente.
Embora tenha citado alimentos com teor significativo de vitamina D, o médico pontua que a “principal fonte” do nutriente não está no prato, mas sim no sol. “A exposição solar diária de 15 a 20 minutos — preferencialmente entre 10h e 14h, com braços e pernas expostos — ativa a conversão cutânea da vitamina em sua forma ativa”, garante.
Outra orientação do especialista envolve “manter níveis adequados de magnésio, zinco e vitamina K2“. “É essencial, pois esses ativos participam das reações enzimáticas que convertem e direcionam a vitamina D para os ossos, músculos e sistema imune”, finaliza.

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