Saiba o que acontece no corpo quando a vitamina D está baixa
Mais do que um nutriente, a vitamina D atua como um verdadeiro hormônio. A deficiência é comum — e pode custar caro à saúde
atualizado
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A vitamina D, conhecida como “vitamina do sol”, está longe de ser apenas um nutriente. Na verdade, ela funciona como um hormônio regulador, com papel essencial em diversos sistemas do corpo — do equilíbrio hormonal à saúde mental. Mesmo assim, boa parte da população brasileira apresenta níveis insuficientes, segundo dados recentes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Os sintomas da deficiência podem ser sutis, porém, comprometem a qualidade de vida: cansaço constante, baixa imunidade, dores musculares, alteração de humor e queda de cabelo são alguns deles.
A longo prazo, manter a vitamina D baixa pode favorecer doenças autoimunes, osteoporose, infecções respiratórias e até depressão.

Mas se o Brasil é um país tropical, por que tanta gente tem carência? O problema está no estilo de vida moderno: pouca exposição solar, uso constante de protetor solar e rotinas em ambientes fechados reduzem drasticamente a produção natural da vitamina, que depende da luz solar para ser ativada na pele.
Como garantir bons níveis:
- Tome sol com consciência: cerca de 15 a 20 minutos por dia, preferencialmente nos horários de menor risco (antes das 10h ou após as 16h), expondo braços e pernas sem protetor solar.
- Inclua alimentos fontes: como peixes gordos (salmão, sardinha e atum), gema de ovo e cogumelos.
- Avalie a necessidade de suplementação: a dosagem deve ser individualizada e orientada por um profissional de saúde, já que o excesso também pode ser prejudicial.
Manter a vitamina D em níveis adequados é um gesto simples e poderoso — capaz de fortalecer o sistema imunológico, melhorar o humor e preservar a saúde óssea e metabólica.














