E se a epidemia tivesse chegado ao Brasil com Lula ou Dilma?

Colunista avalia que o país estaria em um pesadelo e elogia ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta

atualizado 20/03/2020 10:58

Aflito com o coronavírus? Com medo de ser contagiado, perder o emprego ou ter um tombo na vida – e olhe que há toda uma vasta escolha de tombos à sua espera, em potencial? Pense um pouco, então, onde o nosso burro estaria amarrado se a epidemia tivesse chegado ao Brasil nos governos de Lula ou Dilma Rousseff. A incompetência maciça do ponto de vista administrativo dá uma ideia do pesadelo que estaria instalado do país.

Quem está achando que Bolsonaro é confuso, equivocado e sem preparo para enfrentar uma parada deste tamanho deveria, por cinco minutos, imaginar Dilma falando na televisão para explicar a patogenia do vírus, o sequenciamento do genoma dos organismos e as porcentagens envolvidas na evolução da doença (“o 30% não é 30%, na verdade é 25% sobre 12,5% o que vai dar, no fim, algo entre 1% e 100%, ou mesmo o contrário”, etc.). Santo Deus de Misericórdia.

Lula e Dilma conseguiram ter pelo menos seis ministros da Saúde diferentes. A área se transformou num espanto mundial em matéria de roubalheira selvagem: tivemos a máfia das ambulâncias, as quadrilhas dos “vampiros” que roubavam sangue e sabe lá o que mais. É um milagre que alguém tenha saído vivo dos serviços de medicina do governo durante os 13 anos e meio que os dois ficaram lá.

O ministro Luiz Henrique Mandetta, cujo trabalho vem sendo avaliado com aprovação pela maioria dos profissionais de saúde do Brasil, e até pela oposição e pela mídia, dá a impressão de ser uma benção.

* Este texto representa as opiniões e ideias do autor.

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