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TCU: aplicativo TrateCov do Ministério da Saúde não foi violado

Em depoimento à CPI da Covid-19, Pazuello disse que o app sofreu ataque hacker. Secretária também falou em “extração indevida” de dados

atualizado

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Felipe Menezes/Metrópoles
Sede do TCU
1 de 1 Sede do TCU - Foto: Felipe Menezes/Metrópoles

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (28/7), auditoria da área técnica que considerou que o aplicativo TrateCov, do Ministério da Saúde, não foi violado.

O app — que entrou no ar em janeiro deste ano e saiu do ar em menos de um mês –recomendava o “tratamento precoce” com remédios sem eficácia comprovada contra a Covid-19.

“Não foram identificados indícios de que tenha havido violação do código-fonte do TrateCov, sendo que qualquer pessoa que tivesse conhecimento do link (URL) poderia acessá-lo (e copiá-lo), pelo menos, entre 7 e 22/1/2021”, informou a área técnica do tribunal. O documento destaca ainda que as cópias das páginas do TrateCov não configuram violação do código-fonte, tese defendida pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

Em depoimento à CPI da Covid-19, em maio, o ex-chefe da pasta disse que um hacker invadiu o código do app e publicou uma versão incompleta. A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, afirmou, também para a comissão, que não o aplicativo não foi hackeado, mas que houve “extração indevida” de dados.

“Ele [o aplicativo] não foi colocado no ar, foi apresentada uma versão prototípica. O que foi feita foi uma extração indevida na madrugada do dia 20, por um jornalista. Ele fez uma cópia da capa inicial dessa plataforma e abrigou nas redes sociais dele”, defendeu Mayra.

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