Serviços recuam 1,2% em março, puxados pelo setor de transportes

Todos os cinco grupos pesquisados pelo IBGE tiveram retração. Regionalmente, 13 estados tiveram resultado negativo

atualizado

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Myke Sena/Especial para o Metrópoles
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1 de 1 Imagem colorida de movimentação transportes - Foto: Myke Sena/Especial para o Metrópoles

O volume do setor de serviços no Brasil recuou 1,2% em março deste ano na comparação com fevereiro, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (15/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro, houve uma variação de 0,1% frente a janeiro de 2026.

O volume de serviços alcançado em março é o 24º resultado positivo consecutivo para o mês. Em relação a março de 2025, houve expansão de 3,0%, conforme o IBGE.

O resultado negativo em março foi puxado por atividades de transportes (-1,7%). Com relação a março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,0%.

Em 2025, o setor de serviços encerrou com um avanço de 2,8%, conforme o IBGE.


O setor de serviços no Brasil

  • A Pesquisa Mensal de Serviços monitora a receita bruta de serviços nas empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores. São excluídas as áreas de saúde e educação.
  • A próxima divulgação da PMS referente a abril de 2026 será em 11 de junho.
  • Em 2025, o volume de serviços fechou com alta de 2,8%, quinto ano seguido de crescimento.

O setor de serviços é dividido em cinco grupos. Todos eles tiveram resultados negativos que variaram de -0,9% a até -2,0%. Além de transportes (-1,7), também houve recuos em administrativos e complementares (-1,1%); de informação e comunicação (-0,9%); dos outros serviços (-2,0%); e dos serviços prestados às famílias (-1,5%).

O levantamento do Produto Interno Bruto (PIB) do IBGE para o setor de serviços encerrou 2025 com avanço de 1,8%. Para 2026, a expectativa do Banco Central (BC) é um crescimento de 1,7%, conforme o Relatório de Política Monetária (RPM).

Variação de outros setores

  • Serviços prestados às famílias: -1,5%;
  • Alojamento e alimentação: -1,2%;
  • Outros serviços às famílias: -2,2%;
  • Serviços de informação e comunicação: -0,9%;
  • Tecnologia da informação e comunicação (TIC): -0,9%;
  • Telecomunicações: -0,6%;
  • Serviços de TI: -1,7%;
  • Audiovisuais: 2,4%;
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares: -1,1%;
  • Serviços técnico-profissionais: -4,1%;
  • Serviços administrativos e complementares: -1,5%;
  • Transportes, auxiliares e correio: -1,7%;
  • Transporte aquaviário: -1,0%;
  • Transporte aéreo: -7,1%;
  • Armazenagem e correio: 0,1%;
  • Outros serviços: -2,0%.

Comportamento regional

Em março, o volume de Serviços teve queda em 13 das 27 unidades da federação, na comparação com fevereiro passado.

As unidades da federação com maior impacto para o resultado negativo em março foram:  São Paulo (-2,1%), seguido por Mato Grosso (-5,2%), Pernambuco (-3,9%) e Mato Grosso do Sul (-6,0%).

Por outro lado, as que mais puxaram o indicador para cima foram Distrito Federal (10,3%) e Rio de Janeiro (1,8%).

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