Serviços recuam 0,1 % em novembro de 2025, diz IBGE

Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo IBGE, o setor registrou retração de 0,1% em novembro, na comparação com o mês anterior

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles (@hugobarretophoto)
Brasília (DF), 05/01/2020 Mudança no local de saída dos ônibus para o Entorno provoca filas Local: Rodoviária do Plano Piloto Foto: Hugo Barreto/Metrópoles
1 de 1 Brasília (DF), 05/01/2020 Mudança no local de saída dos ônibus para o Entorno provoca filas Local: Rodoviária do Plano Piloto Foto: Hugo Barreto/Metrópoles - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles (@hugobarretophoto)

O volume do setor de serviços no Brasil recuou 0,1% em novembro de 2025, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (13/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em outubro, houve um avanço de 0,3% frente a setembro.

O resultado negativo em novembro foi puxado pelos serviços de transportes (-1,4%) e informação e comunicação (-0,7%). No acumulado do ano de 2025, há alta de 2,7%. Com relação a novembro de 2024, o volume de serviços avançou 2,5%. 


O setor de serviços no Brasil

  • A Pesquisa Mensal de Serviços monitora a receita bruta de serviços nas empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores. São excluídas as áreas de saúde e educação.
  • A próxima divulgação da PMS referente a dezembro de 2025 será em 12 de fevereiro.
  • Em 2024, o volume de serviços fechou com alta de 3,1%, quarto ano seguido de crescimento.

O setor de serviços é dividido em cinco grupos. Os outros três registraram resultados neutros ou positivos: serviços prestados às famílias (0,0%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,3%) e outros serviços (0,5%).

Em 12 meses, houve alta de 2,7%, mantendo o ritmo de crescimento frente ao acumulado até novembro (2,7%).

De olho nas famílias

O indicador de serviços prestados às famílias é um dos pontos observados com mais atenção pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) para acompanhar o ritmo da atividade econômica. Cabe ao Copom a determinação da taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 15% ao ano.

A Selic é uma espécie de freio à economia e funciona como o principal meio para controle da inflação, medida pelo  Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que tem meta anual de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. A inflação de 2025 ficou em 4,26%, portanto, acima do centro da meta.

Variação de outros setores

  • Serviços prestados às famílias: 0,0%
  • Alojamento e alimentação: 0,0%
  • Outros serviços às famílias: -2,6%
  • Serviços de informação e comunicação: -0,7%
  • Tecnologia da informação e comunicação (TIC): -0,2%
  • Telecomunicações: 0,1%
  • Serviços de TI: -1,5%
  • Audiovisuais: -4,6%
  • Serviços profissionais, administrativos e complementares: 1,3%
  • Serviços técnico-profissionais: 2,9%
  • Serviços administrativos e complementares: 0,5%
  • Transportes, auxiliares e correio: -1,4 %
  • Transporte aquaviário: -3,8%
  • Transporte aéreo: -2,7%
  • Armazenagem e correio: 0,2%
  • Outros serviços: 0,5%.

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