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Brasil

Rolou na 6ª: Bolsonaro x PF, Michelle abatida e o abuso de autoridade

Também neste dia, o deputado federal Alexandre Frota, recém-expulso do PSL, foi recebido no ninho tucano pelo governador João Doria

Marcos Corrêa/PR
Rolou na 6ª: Bolsonaro x PF, Michelle abatida e o abuso de autoridade

Nesta sexta-feira (16/08/2019), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e a Polícia Federal deram continuidade à polêmica em torno da mudança na Superintendência da PF no Rio de Janeiro. Bolsonaro afirmou que é ele quem manda na corporação. “Eu dou liberdade para os ministros todos, mas quem manda sou eu. Pelo que está pré-acertado, seria lá o [superintendente] de Manaus”, enfatizou, pela manhã. “Eu tenho poder de veto ou vou ser um presidente banana agora? Cada um faz o que bem entende e tudo bem?”, disparou o presidente.

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Bolsonaro também comentou que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, está abatida e arrasada após a publicação da história trágica de sua família pelo Metrópoles. A matéria revelou que a avó de Michelle já foi presa por tráfico de drogas, a mãe falsificou documentos e dois tios tiveram problemas com a Justiça. O presidente confirmou todos os fatos, mas questionou “o ganho jornalístico”. “É questão familiar e eu não deveria falar, mas vou falar em consideração a vocês. A matéria não é mentirosa, é verdadeira. Agora, é justo levantar isso?”, perguntou Bolsonaro. “Para que esculachar a minha esposa? Dizer que ela não tem legitimidade para fazer o trabalho social que ela faz. Ela está abatida”, declarou.

Metrópoles revelou detalhes sobre o passado da família de Michelle Bolsonaro. Confira:

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Ainda nesta sexta, entidades de juízes, delegados e procuradores se posicionaram enfaticamente contra aspectos do projeto que define o crime de abuso de autoridade, aprovado, em regime de urgência, na Câmara, o que levantou questionamentos. A Associação de Juízes Federais (Ajufe) criticou a falta de debate na Câmara para a aprovação do projeto. “Da forma como foi feito, gerou a percepção na sociedade de que foi algo decidido apenas para limitar o Judiciário”, disse o presidente da Ajufe Fernando Mendes.

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