Rolou na 5ª: STF x Lava Jato, Aras e Weintraub procura “zebra gorda”

Deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, compartilhou um foto falsa para atacar a ativista ambiental Greta Thunberg

Nelson Jr./SCO/STF

atualizado 26/09/2019 22:29

Nesta quinta-feira (26/09/2019), o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para anular condenações da Operação Lava Jato – pelo menos nos casos em que réus tiveram o mesmo prazo para apresentar alegações finais que os delatores.

Na sessão de hoje, seis ministros entenderam que definir um prazo comum para as defesas de quem faz a delação e de quem é alvo dela prejudica o delatado e, por isso, as sentenças devem ser derrubadas. Falta, ainda, a Corte decidir se a tese se aplica a todos os processos semelhantes, o que poderia beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Ao tomar posse nesta quinta, o novo procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que a tônica de sua gestão à frente do Ministério Público Federal (MPF) será o diálogo. Ele defendeu a autonomia entre os Poderes e enfatizou a independência do Ministério Público.

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Zebra gorda nas universidades? Não, não é àquele equino de origem africana que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, se referiu nesta quinta. Para ele, a “zebra gorda” é o professor de universidades federais com o qual o MEC gasta uma fortuna.

“Tenho de ir atrás da zebra mais gorda, que está na universidade federal trabalhando em regime de dedicação exclusiva para dar só 8 horas de aula por semana e ganhar R$ 15 mil, R$ 20 mil”, disse.

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