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Brasil

Rolou na 5ª: mais Backer contaminadas e Bolsonaro mantém Secom

A ANTT publicou uma nova tabela de preços para fretes de transporte de carga no país. O valor mínimo do frete aumentou de 11% a 15%

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Divulgação
cervejaria backaer

Quinta-feira (16/01/2020): o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que já são oito o número de rótulos da cervejaria Backer em que foram identificadas as substâncias monoetilenoglicol e dietilenoglicol. Já havia sido confirmada a contaminação de lotes da Belorizontina e da Capixaba.

Segundo a pasta, há pelo menos uma das duas substâncias também nas cervejas Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2. As análises dos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária constataram 21 lotes contaminados.

Já a Polícia Civil de Minas Gerais confirmou mais uma morte com sintomas da síndrome nefroneural em Belo Horizonte, suspeita de estar relacionada ao consumo da cerveja Belorizontina contaminada.

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Ainda nesta quinta, o secretário especial de Comunicação Social da Presidência da República, Fábio Wajngarten, ganhou sobrevida no cargo, após a denúncia da Folha de S.Paulo de que receberia dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo por meio de repasses à empresa dele: a FW Comunicação e Marketing.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assegurou que, se for comprovada alguma ilegalidade na gestão, alguma decisão poderá ser tomada. No entanto, ele disse que “até agora está tudo ok”.

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