Rolou na 4ª: pacto político pelo teto de gastos; juíza racista em sentença

Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) atualiza: com mais 1.175 falecimentos, Brasil chega a 104.201 mortes por Covid-19

atualizado 12/08/2020 21:48

Rolou nesta quarta-feira (12/8): após a debandada de secretários do ministério da Economia, ocorrida nessa terça-feira (11/8), o presidente Jair Bolsonaro convocou os presidentes da Câmara e do Senado para reforçar o compromisso do governo com a manutenção do teto de gastos, numa espécie de pacto político.

Ao lado de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), além do ministro Paulo Guedes (Economia), o presidente pregou “responsabilidade fiscal”.

“Nós queremos o progresso, o desenvolvimento e o bem estar do nosso povo. Nós respeitamos o teto dos gastos, queremos a responsabilidade fiscal e o Brasil tem como realmente ser um daqueles países que melhor reagirá à questão da crise [do coronavírus]”, disse.

E a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba (PR), foi acusada de racismo pela defesa de um homem condenado por furtos. Na sentença, a magistrada afirmou que o réu era “seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça”.

Na decisão, Natan Vieira da Paz, de 48 anos, um homem negro, foi condenado a 14 anos e 2 meses de prisão por furto.

Em nota, a magistrada pediu se desculpou: “Peço sinceras desculpas se de alguma forma, em razão da interpretação do trecho específico da sentença, ofendi a alguém”, disse a magistrada.

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