Damares sobre coronavírus: “Estamos vivendo uma guerra”

A ministra afirmou que há preocupação com o Sul e o Sudeste por causa do frio. Ela também falou sobre a flexibilização do isolamento

atualizado

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ministra Damares Alves, de camisa laranja
1 de 1 ministra Damares Alves, de camisa laranja - Foto: Andre Borges/Esp. Metrópoles

A ministra Damares Alves, que coordenada a pasta da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, avalia que o atual momento, de combate ao coronavírus, é equivalente a uma batalha entre exércitos. Para ela, “estamos numa guerra contra o doença”. Em videoconferência com um grupo de estudos do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), a integrante do governo defendeu ainda modular a flexibilização do isolamento social.

Damares mostrou-se preocupada com os novos capítulos do enfrentamento à pandemia no Sul e no Sudeste. De acordo com a ministra, ela esteve recentemente com o general Paulo Pazuello, ministro interino da Saúde, que lhe passou informações “preocupantes” sobre a evolução da doença.

“A gente está achatando a curva na região Norte do país, mas a gente não vai achatar tão cedo na região Sudeste e Sul e essa curva no frio me preocupado. Vocês que são do Sul, uma atenção muito especial. O frio cresce. Então uma atenção redobrada”, recomendou.

Para ela, também é preciso repensar na flexibilização do isolamento social em casos específicos, que demandem maior atenção com a saúde dos familiares de pessoas que tenham de retomar a rotina. Ela citou o caso de pais de bebês prematuros. Segundo ela, para resolver essa questão será necessário um diálogo entre governo e Congresso Nacional.

“Os governadores estão flexibilizando e o pai vai voltar para o mercado de trabalho. Esse bebê [prematuro] tem imunidade para esse pai já voltar para o mercado de trabalho? Será que não vamos ter que repensar que talvez esse pai do prematuro demore um pouco para voltar para o mercado?”, questionou a ministra.

Ainda no exemplo, Damares enfatizou a sua avaliação de que é importante pensar na continuidade e na ampliação da assistência do governo a pessoas com necessidades a mais durante a pandemia.

“Eu preciso da garantia alimentar para a mãe, o auxílio emergencial. A gente vai ter que pensar na garantia da máscara e do álcool em gel para a mãe em casa. Eu preciso sentar com o Congresso”, refletiu a ministra.

 

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