Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Polícia

Belorizontina: polícia confirma 2ª morte por cerveja contaminada

Até o momento, 17 pessoas foram internadas por conta da síndrome nefroneural. Polícia investiga

15/01/2020 10:20, atualizado 15/01/2020 10:59
Compartilhar notícia
Divulgação
Imagem de cerveja Backer - Metrópoles

A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou, na manhã desta quarta-feira (15/01/2020), a segunda morte por conta da síndrome nefroneural, que tem atingido pessoas que tomaram cerveja Belorizontina de lotes contaminados.

Sem revelar o nome nem a idade, a polícia informou apenas que a vítima é um homem. O corpo dele foi encaminhado para o Instituto Medico Legal (IML) para processos de exames e perícia.

Um terceiro caso foi a público nessa terça-feira (14/01/2020). Uma mulher, da cidade de Pompéu (MG), teria morrido nove dias após tomar a cerveja contaminada. Os investigadores, contudo, ainda não contabilizam a morte, pois o caso não chegou à corporação.

Até o momento, 17 pessoas foram internadas por conta da síndrome nefroneural. Apenas uma é do sexo feminino. Desse total, duas vítimas morreram.

Três lotes contaminados
A Polícia Civil confirmou, nessa segunda-feira (13/01/2020), novo lote da cerveja Belorizontina contaminada pelo dietilenoglicol, substância tóxica que causa a síndrome nefroneural.

O novo lote contaminado é o 1354, da linha de produção L2. O exame foi feito apenas em cervejas fechadas. A substância tóxica também foi verificada nos lotes L1 1348 e L2 1348.