No STF, PGR diz sobre núcleo 4: “Todos agiram para um golpe de Estado”

A representante da PGR, Cláudia Sampaio, ressaltou que todos os grupos estão conectados, com tarefas complementares para chegar ao golpe

atualizado

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STF
Subprocuradora-geral Cláudia Sampaio
1 de 1 Subprocuradora-geral Cláudia Sampaio - Foto: STF

Como representante da Procuradoria-Geral da República (PGR), em julgamento de denúncia contra o núcleo 4 de trama golpista, a subprocuradora-geral da República, Cláudia Sampaio Marques, foi enfática sobre a relação entre os 34 acusados por tentativa de golpe.

No plenário da Primeira Turma, Cláudia ressaltou que todos os denunciados no inquérito sobre suposto golpe agiram com o objetivo de viabilizar um golpe de Estado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.

Durante manifestação no Supremo Tribunal Federal (STF), a subprocuradora-geral da República destacou, especialmente em referência ao núcleo 4 — no qual é analisada denúncia contra sete pessoas —, que os acusados participaram de ações de desinformação para disseminar notícias falsas sobre o processo eleitoral. Segundo ela, essas ações estavam conectadas a um objetivo maior: impedir a posse do presidente eleito.

“Os integrantes do núcleo 4 são acusados de integrar uma organização criminosa formada por 35 agentes. Em comunhão de esforços, atuaram com o propósito de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder”, ressaltou.

Ela acrescentou que os investigados adotaram uma série de estratégias para atingir esse objetivo. “Desde a propagação de notícias falsas até a realização de lives […], foram ações deliberadas. Todos tinham consciência do plano e agiram com o mesmo propósito: impedir que o governo eleito assumisse e manter Bolsonaro no comando”, destacou.

Organização criminosa

A subprocuradora-geral ainda ressaltou existir uma estrutura de poder com divisão de tarefas, comandos e diversas atividades desmembradas entre o grupo. “Toda estrutura necessária para uma organização criminosa. Todos agiram para que houvesse um golpe de Estado. Não há como dizer que houve um excesso acusatório”, reiterou ao defender a denúncia da PGR.

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