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Brasil

STF libera celular em plenário que julga núcleo 4 da trama golpista

O presidente da Primeira Turma do STF havia proibido o uso de celulares para jornalistas e advogados no julgamento do núcleo 2. OAB recorreu

06/05/2025 10:48, atualizado 06/05/2025 14:14
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Antonio Augusto/STF
Moraes Zanin

Depois de lacrar celulares de jornalistas e advogados em análise de denúncia do núcleo 2 de trama golpista, o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou o uso de aparelhos celulares no plenário da Primeira Turma, em julgamento desta terça-feira (6/5). Siga ao vivo aqui.

O colegiado analisa denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o núcleo 4 de trama golpista, que teria disseminado desinformação contra o processo eleitoral.

A liberação dos aparelhos celulares ocorre após manifestação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e em julgamento distinto do que envolvia um denunciado com proibição de ser fotografado.


Celulares lacrados

  • Na análise da denúncia contra o núcleo 2, Zanin mandou lacrar os celulares dos presentes na Primeira Turma.
  • Jornalistas, advogados e assessores ficaram com os telefones lacrados em um saco plástico durante toda a análise que tornou réus os integrantes do núcleo 2, que incluia o ex-assessor de Bolsonaro Filipe Martins, com cautelares previstas pelo ministro Alexandre de Moraes.
  • Na ocasião, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) chegou a pedir ao STF a revisão da medida.
  • “O Conselho Federal da OAB pede ao ministro Cristiano Zanin a revisão da medida que determinou o lacramento dos celulares dos presentes, inclusive de advogados no exercício profissional”, disse a OAB em nota.

O Supremo ressaltou que a decisão de restringir os celulares foi excepcional para o análise da denúncia do núcleo 2 e tomada em consenso pelos ministros da Primeira Turma. A partir de agora, o uso de celulares volta ao nomral, a não ser que um novo contexto exija novas providências.

Na ocasião do julgamento da denúncia contra o núcleo 2, Filipe Martins estava em plenário presencialmente.

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