Motta e Alcolumbre não vão a audiência no STF sobre emendas

A pedido de Flávio Dino, relator das ações, STF realiza audiência pública sobre emendas parlamentares nesta sexta (27/6)

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto
hugo motta davi alcolumbre - Metrópoles
1 de 1 hugo motta davi alcolumbre - Metrópoles - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), não comparecerão ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta (27/6) para audiência sobre emendas parlamentares.

Eles serão representados pelos advogados-gerais das respectivas Casas legislativas, Gabrielle Tatith Pereira (Senado) e Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva (Câmara). Motta e Alcolumbre seguem em Brasília nesta sexta, e eram presenças confirmadas na audiência da Suprema Corte.

O encontro começou por volta das 9h no STF e foi convocado pelo relator do tema na Corte, ministro Flávio Dino.

A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo. A intenção é reunir contribuições técnicas que ajudem nos processos em andamento.

Motta e Alcolumbre não vão a audiência no STF sobre emendas - destaque galeria
8 imagens
A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo
O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF
Ministro do STF Flávio Dino
Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia
O ministro Flávio Dino, durante sessão do STF
Supremo Tribunal Federal (STF) realiza, na manhã desta sexta-feira (27/6), audiência pública da Segunda Turma para debater a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas
1 de 8

Supremo Tribunal Federal (STF) realiza, na manhã desta sexta-feira (27/6), audiência pública da Segunda Turma para debater a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo
2 de 8

A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF
3 de 8

O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Ministro do STF Flávio Dino
4 de 8

Ministro do STF Flávio Dino

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia
5 de 8

Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O ministro Flávio Dino, durante sessão do STF
6 de 8

O ministro Flávio Dino, durante sessão do STF

Hugo Barreto/Metrópoles
Senador Davi Alcolumbre
7 de 8

Senador Davi Alcolumbre

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Estátua da Justiça no STF com Congresso ao fundo
8 de 8

Estátua da Justiça no STF com Congresso ao fundo

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

Câmara dos Deputados e Senado Federal se uniram para derrubar, na quarta-feira (25/6), o decreto que previa alterações no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão pegou o governo de surpresa, uma vez que havia acordo para que o projeto só fosse apreciado depois do recesso legislativo de julho.

Nesta sexta (27/6), a Advocacia-Geral da União (AGU) iniciou uma avaliação sobre as medidas jurídicas que podem ser adotadas para a preservação do reajuste do IOF, após pedido do presidente Lula.

Emendas ao Orçamento

A falta de critérios de rastreabilidade e transparência na execução de emendas motivou mais uma crise entre os Poderes no fim ano passado. Em uma série de decisões, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou a criação de mecanismos para dar transparência à execução dessa fatia do orçamento indicada por parlamentares.

A interferência do Judiciário, entretanto, desagrada os parlamentares. O conflito entre o Congresso Nacional e o STF atrasou, inclusive, a aprovação da peça orçamentária deste ano. A matéria foi aprovada por deputados e senadores somente em março e sancionada em abril.

A pressão foi aliviada quando Dino homologou o plano de trabalho firmado entre os três Poderes. Entre outras providências, ficou estabelecido que seria publicizada a relação de parlamentares que apoiaram ou solicitaram emendas de comissão. Ainda assim, as emendas continuam sob o escrutínio do STF em diversas ações.

Durante a tramitação da Lei Orçamentária de 2025, deputados e senadores reservaram quase R$ 50,4 bilhões às emendas parlamentares. Desse total, mais de R$ 24 bilhões são de emendas individuais. Na peça orçamentária, estão previstas emendas de três tipos: individuais, de bancada e de comissão.

Este ano, a liberação de emendas parlamentares — importante instrumento de negociação entre Planalto e Congresso — caminha a passos lentos. Nas últimas semanas, na tentativa de contornar a crise relacionada às medidas fiscais do governo, o Executivo acelerou as liberações. O montante passa de R$ 1,9 bilhão.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?